O estertor de uma longa ditadura?

Junta militar da Birmânia ameaça "tomar medidas" contra manifestação de monges budistas

Comentários

Anónimo disse…
Com o apoio dos nossos amigos americanos,esse farol imaculado da democracia!!!
Carlos Esperança disse…
Caro anónimo:

Sair da ditadura não admite «mas».

Eu conheço o alívio, a emoção e a felicidade de sair de uma.
Anónimo disse…
CE: pelos seus habituais argumentos não se trata de inadmissível intromissão da religião na política, ainda que ditadura?!?
Mano 69 disse…
Nada disso anónimo, aqui o Carlos Esperança justifica os fins com os meios...


Nada como "o alívio, a emoção e a felicidade de" dar uma no cravo e outra na ferradura.
e-pá! disse…
A ilegitima Junta Militar que há largos anos se apoderou do Poder na Birmânia (agora tem outro nome), na sequência de eleições democráticas que elegeram Suu Kyi, teve o bom senso de encarar com uma atiutde comedida a "revolta dos monges".
Possívelmente, porque pensava poder controlá-los através da hierarquia.
Hora a hora, os protestos crescem na capital e disseminam-se por todo o País com a progressiva integração de forças cívicas democráticas.
E os monges continuam na rua. Aliás, até "as monjas" já se juntaram à contestação.

Face a este prenúncio de derrocada da ditadura é possível que a Junta Militar intensifique a repressão e endureça a resposta à contestação.

A comunidade internacional tem a obrigação de condenar antecipadamente qualquer tipo de repressão às manifestações e deve, desde já, responsabilizar a Junta por tudo o que vier a acontecer. A pressão do movimento popular parece imparável.

Embora nutra o pressentimento de que a sua longevidade, as iniquidades e os crimes que este regime (militar) cometeu, poderá fazê-lo "caír de podre".
Enfim, já não era o primeiro!

Depois, os regimes democráticos tem a capacidade de pacificar a sociedade, com a introdução de um valor muito simples e muito desejado: a liberdade.

Seguidamente - os militares aos quartéis e os monges aos mosteiros...
Anónimo disse…
Xor Esperança, sabia que no tempo da ditadura não havia tachos para os nossos filhos?
Anónimo disse…
Olhe que havia...

para os filhos dos titeres da UN (depois ANP), para os ex-ministros, para os militares na reserva, para os filiados na Legião, ...
Anónimo disse…
correcção:

militares de alta patente...

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