Ninguém é insensível à dor e ao luto dos que perderam os entes queridos, no inferno dos fogos, e os haveres na voragem das chamas, mas há abutres que continuam atraídos pelo odor dos cadáveres e exploração dos sentimentos, sem respeito pelos defuntos.
Curiosamente, ninguém pergunta aos autarcas o que fizeram para prevenir incêndios e o que falhou nos planos de proteção civil, que lhes cabia elaborar e executar; ignora-se a EDP, cujos fios de alta tensão atearam fogos; esquecem-se incendiários que a PJ filmou em flagrante; isentam-se os donos das matas das obrigações de limpeza. Há quem ganhe com a desgraça e capitalize danos, enquanto a direita procura incinerar o Governo nos fogos que espevita.
Deixemos repousar os mortos e as famílias fazerem o luto, que as filmagens impedem e a oportunidade de aparecer na televisão, com o PR, dificulta.
É altura de saber por que motivo não há quem peça a um juiz que permita o acesso aos seguros dos que os tinham; se há forma de punir quem, tendo s…
Comentários
«A meu ver, não há um choque de civilizações mas há uma guerra da barbárie contra a civilização, uma luta do clero contra a laicidade, uma fonte do ódio e detonador da violência que brota de mesquitas, sinagogas e templos cristãos, por pregadores que querem sobrepor a fé ao Estado de direito e os livros sagrados às Constituições.»
E tudo isto quando são os monges budistas (uma religião) a iniciarem uma revolução tranquila contra a Junta Militar na Birmânia.
Não deve ter reparado que são dois posts diferentes e que os caminhos são sinuosos por virem do clero donde não é tradição vir a luta pela democracia.
Um exemplo é o que se passa na Birmânia, outro, foi o que se passou na antiga RDA e a influência da igreja luterana e mesmo católica para o derrube do muro. Para sua mortificação (vá de retro!) há mais exemplos.
E não são dois posts diferentes, são utilizações diferentes do mesmo conceito que você utiliza a seu belo prazer, ou melhor, conforme a intenção.
Há ditaduras de que não gosta mas não se pode cpncluir daí o seu amor à liberdade.