Ramalho Eanes referiu como trágica a descolonização em que «milhares de pessoas foram obrigadas a partir para um país que não era o seu». Tem razão o ex-PR cujo papel importante na democracia e o silêncio o agigantou depois da infeliz aventura por interposta esposa na criação do PRD e da adesão à Opus Dei, sempre por intermédio da devota e reacionaríssima consorte, que devolveu o agnóstico ao redil da Igreja. Eanes distinguiu-se no 25 de novembro, como Dinis de Almeida no 11 de março, ambos em obediência à cadeia de comando: Costa Gomes/Conselho da Revolução . Foi sob as ordens de Costa Gomes e de Vasco Lourenço, então governador militar de Lisboa, que, nesse dia, comandou no terreno as tropas da RML. Mereceu, por isso, ser candidato a PR indigitado pelo grupo dos 9 e apoiado pelo PS que, bem ou mal, foi o partido que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, atrás da qual se esconderam o PSD e o CDS. Foi nele que votei contra o patibular candidato do PSD/CDS, o general Soares...
Comentários
O teu amigo Fernando diz que é obrigado a invesstigar porque é crime público.
Será assim?
Os bachareis das leis que digam
Provávelmente não, porquê ?
Autoridade precisa-se.
Neste andar não tarda muito que se tenha que fazer uma "Zona Verde" (tipo USA em Bagdad) para que dela emanem os operacionais, com equipamento adequado, contra a criminalidade. As leis existem, parece que falta algo, que deve estar relacionado com valores e costumes, que se subverteram…
Um abraço
Carlos Rebola
O aluno que filmou incorre em crime de gravação ilicita e os outros alunos eventualmente em crime de omissão de auxilio.
Por outro lado, não sei se a aluna não exerceu acção directa para proteger a sua propriedade ( telemóvel) e resistiu a uma tentativa de furto por parte da professora!! ;)
aprendiz de leis
O exemplo da tutela!!!
haja dó!