Bebé desaparecido! Antigos pais procuram dinheiro!

“Bebé desaparecido! Antigos pais procuram dinheiro!

Em 1996 um bebé de sexo masculino, na altura chamado Pedro, com 15 dias de idade, filho de Aurora e Marco, desapareceu na sala de espera do Centro de Saúde de Albufeira, enquanto aguardava a sua primeira consulta médica.

Na semana passada as autoridades descobriram que o menino, que responde pelo nome de Miguel, agora com 10 anos de idade, vive desde os 2 meses com o casal Ribeiro, residentes em Vila Real, que o têm educado primorosamente e com grande dedicação.

Segundo os “pais do coração”, o menino foi-lhes “entregue nos braços” por uma terceira pessoa que entretanto se ausentou para Marrocos. Nunca trataram do processo de adopção, embora tenham ido a um Notário, em 1998, formalizar a sua condição de pais adoptivos.

Os pais biológicos, que ao longo destes anos nunca verdadeiramente procuraram a criança, para além de um mera queixa junto da PSP de Faro, vêm agora reivindicar a criança.
De acordo com fontes não identificadas, o casal terá ainda feito chantagem com os “pais do coração” e têm alegadas pretensões económicas.”

In Jornal Demagogo


Sei que a história de Torres Vedras é diferente. Mas procurem as semelhanças para ver o absurdo a que a argumentação do sentimento pode levar.

Comentários

Manuel Norberto Baptista Forte disse…
Infelizmente para a bébé, que nada pediu a ninguém, o materialismo está-se a tentar sobrepor à sensibilidade, com alguma "ajuda" da nossa actual (para o efeito) Legislação.
Anónimo disse…
este exemplo claro que é pessimo e fora do contexto,alias para que exemplos quando se tem uma situação real, parece que é sobre ela que se deve conjecturar.
Anónimo disse…
Claro que procuram dinheiro. E a ciança há dez anos atrás foi raptada ou foi simplesmente doada?
É que nestes negócios (!) há sempre histórias mal contadas.
André Pereira disse…
só quero mostrar que por muitos jornais que se leiam, o tribunal tem aceso a várias versões e às diferentes perspectivas sobre a realidade.
Não podemos crucificar de pronto uma parte numa lide muito complexa (o pai biológico) se não conhecemos todos os factos. Quanto ao fundo da questão - com quem a criança deve ficar - obviamente não posso emitir opinião porque sei muito pouco do processo!
Manuel Norberto Baptista Forte disse…
Também me parece que esta "triste história" está mal contada, pois se a criança foi entregue a alguém, porque é que esse alguém não desenvolveu de imediato o processo subsequente, o da adopção ?.
Não ponho em causa tudo o que bom o casal de acolhimento fez pela menina, agora me parece muito estranho e não já para os nossos dias, que, quando se toma cuidado de uma pessoa, não se desenvolva todos os procedimentos legais para que nada possa ser, como o que está acontecer. PRESERVEM a menina, e que se faça Justiça.

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