I V G - Panorama europeu

Comentários

Anónimo disse…
1- Este referendo é essencialmente uma escolha entre a liberdade e a falta
dela. Ou seja, ao votarmos favoravelmente não impomos as nossas convicções a
ninguém, nem obrigamos ninguém a fazer o que não quer ou a sua consciência
não deixa (o que eu aceito), nem impedimos quem quiser de continuar a ir ao
estrangeiro. Deixamos liberdade às pessoas.
O não, é a total ausência de liberdade. Ou seja, uma parte da população
impõe pela força as suas convicções aos outros!

2- Ao se dizer que por vezes não é justo ser só a mulher (com esta lei
"atrasada") a ser punida mas também o marido/companheiro, eu acrescento, e já
vários médicos confirmaram ser milhares este tipo de casos, que muitas vezes
são jovens menores, de apenas 14, 15 anos, e "obrigadas" pelos pais a esta
prática. As razões são fáceis de discernir. Como estas jovens são
ininputáveis, deveriam ser os incentivadores desta prática a ser punidos? A
Lei prevê? Se sim alguma vez foi aplicada?
Anónimo disse…
O primeiro parágrafo da introdução deste importante documento "fala" mais do que toda a "gritaria" que tem massacrado os ouvidos dos portugueses relativamente ao que vamos decidir a 11.02.07.
"Recomenda que, a fim de salvaguardar a saúde reprodutiva e os direitos das mulheres, a interrupção voluntária da gravidez seja legal, segura e universalmente acessível;"

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