CML - Chantagem do PSD

A chantagem mesquinha da actual direcção do PSD, que conserva a maioria na Assembleia Municipal com discutível legitimidade política, ameaça tornar ingovernável a maior Câmara do País de cujo endividamento é o PSD o principal responsável.
É a forma de mostrar que Luís Filipe Meneses existe mas o facto de ele próprio presidir a uma das Câmaras mais endividadas já é motivo suficiente para ser conhecido.
Acabo de ouvir a notícia de que um membro do PSD propôs em sede da AML, que se encontra reunida, a redução do empréstimo de 500 para 400 milhões de euros, verba que António Costa logo aceitou pois, prevendo o golpe, tinha garantido o aval dos outros partidos.
O dia de hoje, na Assembleia Municipal de Lisboa, ficará na história do município como marco da irresponsabilidade de um partido onde a luta tribal pelo poder descura totalmente os interesses da cidade e dos seus munícipes.
O dia vai ser longo e não se sabe de que outras voltas e reviravoltas é capaz um PSD, à deriva, com santaneses (Santana, Meneses e outros malteses) ébrios de ambição do poder.
É a forma de mostrar que Luís Filipe Meneses existe mas o facto de ele próprio presidir a uma das Câmaras mais endividadas já é motivo suficiente para ser conhecido.
Acabo de ouvir a notícia de que um membro do PSD propôs em sede da AML, que se encontra reunida, a redução do empréstimo de 500 para 400 milhões de euros, verba que António Costa logo aceitou pois, prevendo o golpe, tinha garantido o aval dos outros partidos.
O dia de hoje, na Assembleia Municipal de Lisboa, ficará na história do município como marco da irresponsabilidade de um partido onde a luta tribal pelo poder descura totalmente os interesses da cidade e dos seus munícipes.
O dia vai ser longo e não se sabe de que outras voltas e reviravoltas é capaz um PSD, à deriva, com santaneses (Santana, Meneses e outros malteses) ébrios de ambição do poder.
Comentários
Hoje, é nítido para os lisboetas e para os portugueses a razão pela qual o PSD não aceitou a dissolução da Assembleia Municipal.
Pretendia, qualquer que fosse a expressão eleitoral dos lisboetas, manter uma maioria fictícia, não para controlar e acompanhar o executivo municipal, mas para fazer chantagem.
Em nome de quem? Do Marques Mendes (que não concordou com a dissolução); do LF Menezes (que está lá) ou dos lisboetas que assistiram a este triste espectáculo.
Andamos em saldos? 500 não dou, mas se for por 400, pode ser...
O Poder Local, com estas "manobras", afunda-se todos os dias no ambiente democrático e exibe a pior imagem possível como gestor das comunidades, cercado de deficites que o paralisam.
A proposta do PSD deveria ter sido rejeitada por António Costa. Para além de dinheiro a CML precisa de dignidade.
E tinha evitado a afronta de, depois de propor uma "rebaixa", o PSD na votação abster-se. Alguém entende?
Ou estamos a brincar à política..
Um post inebriante... no mínimo.
Nas câmaras municipais, todas, o último gere sempre o que lhe vem do passado. E aqui, quem é que esteve mais tempo a governar Lisboa. Exactamente, foi o PS.
Só que o PS sempre teve memória curta, exactamente como a do "povinho" que governa, daí que, sistemáticamente, com a ajuda preciosa da maioria dos "media", faça uma lavagem pública de desresponsabilização da sua conduta.
Veja-se a actuação do governo: Desde 1996, o PSD governou 2,5 anos. Pois, ainda assim e na boca do PS e do governo é o culpado de tudo o que de mal existe no Paíse arredores...
Haja Deus...
RE: Não me parece séria uma contabilidade que começa exactamente depois de um consulado de 10 anos do PSD. E, de qualquer modo, quem dera a Portugal que esses dois anos e meio não tivessem existido.
2 - Quanto à Câmara de Lisboa creio que é preciso muita fé para acreditar que os maiores problemas não foram mérito de Santana Lopes.
3 - Tal como na Figueira da Foz, quem veio depois encontrou o caos financeiro.
Fé?!!! Quanto falamos de dívidas, falamos de dinheiro, de despesas, de salários, de compras de bens, etc.
E isto tem um preço monetário, traduz-se em números concretos.
Portanto nesta história não há lugar para fé nenhuma. Pode haver é análises objectivas para verificar quem realmente contraiu as dívidas, em que mandatos.
Mas é isto também que vocês querem...
Vêm falar de fé para denegrir pessoas, a maior parte das vezes de forma injusta e estúpida.
Mas vocês socialistas sabem bem como fazer: falam de fé. Que deixou de ser património da igreja, que tanto criticam, mas que sabem muito bem copiar.
Com papas e bolos...