Espaço dos leitores

Comentários

Zarco disse…
Zarco said...
Anonymous said...
Zarco:
Já uma vez aqui expliquei, espero que desta vez ouças com atenção o que tenho para te dizer...
O ódio do esperança (com letra pequena), pela Madeira, leva-nos a outros tempos de Coimbra...
O Alberto João era uma tipo bonacheirão, daquele porreiraços que toda a malta gostava, e o Carlitos cá do burgo, queria fazer parte das sua tertúlias, coisa que o Alberto João, que é de olho, nunca lho permitiu e nem sequer lhe deu confiança para tal... (Isto é dito e contado por muitos que tão bem os conheceram)
Aí está a explicação... Não leves a mal, mas ele de facto não tem nada contra a Madeira ou os Madeirenses, são coisas....

Ter Mai 23, 02:16:42 PM

...Caro amigo...

Agradeço uma vez mais a sua informação, desde o meio do atlântico. ;)

O Esperança, tem que ter cuidado com o diz, à boca cheia, sobre a Madeira, como se a conhecesse ao pormenor.

Cada Região tem a sua especificidade, caso contrário, seríamos uma só região.

Mas não será por acaso que somos um País-Nação, e não uma espanholada manta de retalhos...

Respeitem as opções do povo madeirense!Não votam no AJJardim por acaso...Nem são acéfalos! Bem pelo contrário!

Vamos é deixar ( devíamos...) de receber tão bem QUEM NÂO MERECE RESPEITO!!!

Dizer mal é fácil!!Transformar uma MAdeira que esteve esquecida 500 anos é tarefa de um povo LUTADOR E de TRABALHO ÁRDUO diário com a difícil orografia da Ilha!

Daí que os próprios Madeirenses começam a esgotar a paciência por serem tratados como um " rebanho" com um só pastor...

O Alberto João Jardim, goste-se ou não da figura transformou as Ilhas da MAdeira e do Porto Santo, se não fosse a sua ousadia, nada teria mudado por FALTA de vontade do poder Central Nacional!!!

E o AJJardim é um GRANDE POLÍTICO, que não necessita de "colégios modernos" nem de Jambas, nem de ouro incenso e MARFIM, nem de " mon ami " franceses para LUTAR POR AQUILO QUE ACREDITA; E QUE NÂO VIRA A "CASACA"...

De " Vira-casacas" e FRUSTADOS pela vida, como este sr Esperança, não reza a História!

O Nosso PORTUGAL, actualmente está cheio de deturpadores de informação! Basta ver o que o programa prós-e-contras mostrou...

depois o AJJardim é que está doido, e é um palhaço...ELE LIMITA-SE A DAR A CHAMAR OS BOIS PELOS NOMES! Não utiliza alcunhas...

Se os MADEIRENSES de uma faixa etária mais elevada fossem ao continente conhecer a realidade local, votavam no AJJ mais 500 anos!!! Se fosse possível!

Muita gente falta-lhe é CONHECER TODO O PORTUGAL, e não só o parapeito da sua janela...E quando digo CONHECER, não é só visitar, e conhecer a realidade com base na sua história social, económica cultural...

A paciência está a esgotar-se em muitos Madeirenses, fartos de serem considerados como uns acéfalos, acríticos por votarem no AJJ.

A Madeira, como região independente, poderia, com base no seu trabalho, nos empresários que tem, com provas dadas, nas mais variadas áreas, criar riqueza, e não "depender" como fazem crer dos impostos de terceiros...Que nem é o caso!

Seria interessante...Verificar que a Madeira , por hipótese, independente ficar em melhor condição que como região autónoma. Quem PERDIA? PORTUGAL.

Já esteve mais longe...

Com pessoas e a verborreia com o É-pá´s e os Esperança´s deste PORTUGAL , sobre os Madeirenses...A nossa revolta toma ânimo!

Ter Mai 23, 07:23:52 PM
Zarco disse…
De facto começo a ter saudades do RAFAEL BORDALO PINHEIRO...

O Cartoonista que fez pelo PAÍS de POSITIVO??

Única e exclusivamnete critíca quem realiza!!
Zarco disse…
Zarco said...
Oh ESPERANÇA:

Já que o Blog BOX::M é tão referenciado por si, o post que aqui deixo foi colocado no dito blog, pelo jornalista Roberto Xavier, sobre um artigo no FT sobre a Madeira.

E pasme-se SÒ lhe faz ELOGIOS!!

Será que o AJJardim também DOMINA a imprensa INGLESA! ;))


"A Madeira na “boca do mundo”
22 de Maio de 2006


No passado dia 9 de Maio foi publicado um suplemento sobre a Madeira no Financial Times.
Na minha opinião é um dos melhores artigos da imprensa internacional relativos à Madeira que já li. Esta qualidade deve-se à capacidade ilustrativa e coerência do autor.

O jornalista Peter Wise dá as pinceladas certas, ou seja, aborda questões fulcrais da nossa região, tais como a política, a história, o desenvolvimento que assistimos nos últimos 30 anos, a economia, o turismo, a sociedade e as potencialidades da Madeira no panorama internacional.

Pode até parecer, para alguns, um artigo publicitário, contudo ninguém pode negar que é sempre importante, este território do atlântico, ser alvo de uma grande reportagem por parte de um jornal tão conceituado.

Excerto do suplemento em:

Islanders tune in to the new spirit of the age

Roberto Xavier "

Ter Mai 23, 08:04:12 PM
Zarco:

A repetição do mesmo texto não será tolerada.

Apagá-lo-ei.

Um texto repetido passa a ser lixo.

E uma mentira, por mais que se repita, não se transforma em verdade.
Zarco disse…
Depois o AJJardim é que é ditador...
Zarco disse…
...Eu que sou um rapaz pós-lápis-azul a essa de apagar post´s , chamo de :

CENSURA.
Zarco:

Como verifica escreve no Ponte Europa o que entende.

Não faço como faz na Madeira o AJJ.

Mas certamente compreende que repetir o mesmo texto em todas as caixas é transformar em lixo os seus legítimos pontos de vista.
Zarco disse…
Têm razão o ESPERANÇA;

Voçê CENSURA de forma diplomática...

Com creme KY.
SATANÁS disse…
Ó Zarco, chiça que tu só palras!?...
Mas conta-me as noitadas do Albarto com a sua querida Jaqueline Chiene !...
Lembraste ?
Olha que já veio publicado num suplemento de um semanário !
Mas conta lá, sff.
O BOBO disse…
eu diria ao Madeirense "amofinado"
que poderá ter razão nalguns desenvolvimento,muito pouco sustentado,e com base em muita obra publica exemplo de Tuneis e frentes de Mar Marinas etc etc,claro que isso dá votos,não evita contudo a principal critica de DEFICIT DEMOCRÁTICO,pois quem conhece o território vê bem como as "coisas" se passam.
Em resumo:Onde D.Sancho vê moinhos D Quixote vê gigantes
Vê moinhos saõ moinhos;Vê gigantes são gigantes.
e-pá! disse…
Temas abordados no artigo da Financial Times de 10.05.2006, sobre a Madeira:

"Islanders tune in to the new spirit of the age
Tourism: Quality of service is key to region’s appeal
Golf: Cashing in on a British legacy
Blandy Group: Keeping it in the family ...
Business: Special tax regime imperative for future
Technology: EU rules and low VAT ‘must continue’
Shipping: International register gains in credibility
Free trade: Investment reaps its reward
Madeira Development Company: Good local support
Porto Santo: Marketing tranquility and luxury ".

Zarco said: "Pode até parecer, para alguns, um artigo publicitário,..."

Apostilha: "pode" é favor. O artigo é mesmo publicitário!
Qualquer região do Mundo com interesses na indústria turística
"faz" publicar artigos deste teor na imprensa internacional.
É uma questão de preço.
Zarco disse…
É-pá! você pelas suas declarações só mostra o " vendido" que é...

A Região Autónoma da Madeira foi REGIÃO EUROPEIA 2004 POR ACASO!!!
O É-pá é mais papista que o PAPA!!

Mesmo com a evidência do sucesso que é a MAdeira em muitos aspectos, voçê tenta esconder o SOL com a PENEIRA...

NÂO HÁ PACHORRA!!
e-pá! disse…
Zarco said: Qua Mai 24, 11:27:16 PM

Há uma coisa que não vendo. O meu silêncio.
Outra coisa ainda: a minha passividade perante a arrogância e os dislates narcisistas de quem só olha para o umbigo e só vê à sua volta o Céu na Terra.

Mas, ser papista que o Papa é acreditar em histórias do tipo:

Coimbra - capital do conhecimento!
Aveiro - a Veneza portuguesa!
Santarém - capital do gótico!
Porto - capital do trabalho!
...
e,finalmente

Madeira - região europeia 2004!

Tudo se impinge, logo se vende - até a banha da cobra...

Não há, de facto, pachorra para tanta crendice...
Jagudi disse…
Folgo muito por saber que há uma legião de Zarcos (serão todos o mesmo?) que andam por aí todos contentes e muito arrogantes com os sucessos variados do povo da Madeira.
Mas muito temo que tudo isso não passe de foguetório que, depois de estalar, um dia destes só deixa fumo no ar.
As realizações económicas centradas no poder político, as transferências de fundos da insularidade, a chantagem com os votos dos deputados madeirenses na AR, as traficâncias de favores e as negociatas de amigalhaços, como o tipo que vendia sifões sanitários e hoje é um senhor entre os notáveis, a arrogância perante qualquer oposição, o desprezo pelas leis da República, o condicionamento do voto eleitoral, os milhões usados no futebol e no controle da imprensa, o défice democrático que há décadas existe, tudo isto faz lembrar a história do aprendiz de feiticeiro.
Alguns Zarcos andam por aí como quem tomou o céu de assalto. Por cá também já se têm visto casos desses, à proporção local. A ver vamos...
FONSECAeCOSTA disse…
ZARCO(Moniz Ferreira ?):
Porque meu filho mais novo, engenheiro a trabalhar por conta de uma das grandes empresas nacionais esteve na Madeira nos últimos 6 anos, aproveitei ter lá logística barata para com a minha mulher ir conhecer a Madeira. Movia-me muito mais a especial curiosidade de conhecer a RA como realidade humana, social, cultural e politica...do que paisagistica e/ou mundana e turística !
Não levava cartões ou recomendações de quem quer que fosse e lá apenas me interessou ouvir o que pensavam dois amigos ex-companheiros combatentes da guerra colonial que lá vivem há muitos anos (homens cultos e com posições de algum destaque no xadrez social local - um natural da Madeira, professor do secundário, ex-deputado regional; o outro Angolano de origem bigeracional, que em 1975 se instalou na Madeira, também professor do secundário e conhecido colaborador da RTP - Madeira na área da reportagem desportiva.

TODO O RESTO DO TEMPO FOI PARA PERCORRER TODA A ILHA, DE FIO A PAVIO, conversar com as pessoas que a isso se dispunham, sem papéis ou fotografias ou identificações, sentadas nos jardins ou pracetas das pequenas e menos pequenas localidades situadas na estrada que circunda a ilha e nas do interior da ilha a que podia chegar, a partir dos ramais saídos dessa estrada fabulosa! Procurava também falar com quem se encontrava sentado no café da terra, ou apenas com o dono ou dona, com o eleito da freguesia ou o funcionário da junta ou da extensão de saúde, etc.
Esta visita aconteceu na penúltima semana anterior àquela em que ocorreu a votação nacional para as legislativas que se seguiram à demissão do 1º ministro Guterres .
Com toda a isenção, até porque não tenho qualquer filiação partidária, as principais conclusões que tirei desta viagem/investigação foram:
•Fora do Funchal e arredores e do Machico, não vimos afixado, colado, pintado, onde quer que fosse, qualquer cartaz, tarja, bandeira ou inscrição, de qualquer partido ou coligação, para além do PSD ;
•Deste partido havia bandeirolas e/ou fotografias de AJJ em todos os postes da rede eléctrica que ladeiam a estrada em toda a sua extensão;
•Só constatei a existência nas localidades e freguesias de delegações do PSD e só havia tarjas sobre a estrada, em quase todos os aglomerados populacionais do PSD;
•Às múltiplas perguntas feitas, das mais diversas formas e feitios, muita gente não respondia, um número significativo expressava a convicção de que só havia o PSD e o “grande timoneiro” Alberto João e uns tantos, mais abertos dizia que conhecia as propostas de outros partidos, mas que nunca fizeram nada pela Madeira e o povo não gostava deles, só gostava do PSD;
•Constatei em várias extensões e centros de saúde, a horas como as 11,00 da manhã não haver doentes para atender. Só haver funcionárias, que conversavam ou faziam renda, etc.
•Fora do Funchal, do Machico e da Câmara de Lobos, não encontrei à semana às 20/21,00 horas, qualquer Pavilhão Gimnodesportivo ou Polidesportivo em utilização.
•EM RESUMO: Há betão, há asfalto, há infraestruturas sociais e desportivas porventura em demasia. Há PÃO…mas também há PAU e há MEDO !!!
Zarco disse…
Madeira é exemplo nacional



Marques Mendes compara situação regional e nacional e segue conselho de Jardim para fazer uma oposição fracturante

O líder nacional do PSD cumpriu o que prometeu. Há uma semana, no congresso nacional, Marques Mendes disse que viria elogiar a obra de Jardim e a autonomia. E foi isso que fez, ontem, na abertura do congresso regional do PSD. Mendes foi ainda mais longe e aplicou o conselho que Jardim deixou na Póvoa de Varzim ao anunciar uma oposição fracturante.

Antes, porém, ficaram os elogios, aos militantes e ao líder regional do PSD, considerado «um militante exemplar», «um grande líder» e uma «referência incontornável», palavras que parecem esquecer as divergências do Verão passado.

Para demonstrar o sucesso regional, Marques Mendes usou de vários indicadores numéricos. Falou do PIB, do crescimento económico, da taxa de desenvolvimento, entre outros. Apontou o «desenvolvimento brutal» e o «investimento extraordinário» e concluiu que «a Madeira é exemplo para Portugal e para a Europa». Para quem pensa que o êxito se deve aos apoios nacionais e europeus, Marques Mendes garante que não. Que é mérito de quem governa a Madeira. «Não chega ter fundos, é preciso estratégia», disse. A prova, acrescentou, é que o País também tem tido «um volume enorme» de ajudas comunitárias mas a «economia nacional anda a marcar passo». É também por isso que a Região constitui exemplo nacional, mostrando progresso numa altura em que «Portugal estagnou» sublinhou Marques Mendes. «Como é enorme o contraste entre a realidade da Região Autónoma da Madeira e a situação do País».

A autonomia foi novamente considerada uma das maiores conquistas do 25 de Abril e património do PSD que a direcção nacional «não tem medo em aprofundar porque «é bom para a Madeira e bom para Portugal».

Para a longa parte final do discurso, Marques Mendes deixou a política nacional. Acusou a governação socialista de «fazer navegação à vista», de «gerir o empobrecimento» em vez de criar riqueza, de conduzir Portugal para «uma encruzilhada» e de «engordar o Estado». Além de insistir na denuncia da propaganda de Sócrates, o líder nacional do PSD lamentou a «arrogância» do governo socialista que recusa propostas social-democratas com «comentários ligeiros e colaterais». A esse comportamento, Marques Mendes promete responder com uma oposição fracturante, como recomendou o líder regional há uma semana.

O líder nacional do PSD nota arrogância do governo socialista nos debates parlamentares, na recusa de propostas e também «em relação à Madeira» quando «confunde partido e estado e acha que compromissos anteriores são partidários»

Depois do líder nacional, foi a vez do presidente do PSD-Açores subir ao palco. Costa Neves alinhou pela mesma estratégia e reconheceu que abusava dos indicadores numéricos. Mesmo assim atirou alguns «números eloquentes» que deixam a Madeira entre as regiões mais desenvolvidas do País, bastante à frente dos Açores.

JSD PEDE A JARDIM PARA AFASTAR QUEM NÃO TRABALHA

O líder da JSD iniciou a sua intervenção anunciando as virtudes do debate interno e da frontalidade. Foi ao abrigo desse estatuto que Jaime Filipe Ramos se demarcou "dos que usam outros meios para enviar recados", criticou os não eleitos que mandam mais que os eleitos e apelou a Jardim para afastar quem não se empenha. "Aqueles que não trabalham, que não colaboram não podem continuar a ocupar lugares de destaque", disse. Entre os não eleitos, Jaime Filipe disse que há os que não dão a cara ou só atrapalham as campanhas eleitorais do PSD

Aos jovens deve ser dado um papel mais activo, defendeu o líder regional da JSD. Mas essa opção, acrescentou, não pode ser dada como "esmola". O que a "jota" pede são oportunidades como outros já tiveram. Além da estratégia generalista, a moção da JSD - que defende uma autonomia livre e plena - aponta várias propostas, entre elas uma representação permanente e directa da Madeira junto da União Europeia.

A meio do discurso, Jaime Filipe teceu várias críticas ao governo nacional, sugeriu modelos separados para as regiões autónomas e pediu a atenção de Cavaco como guardião da autonomia. "Não se esqueça do apoio e compromissos assumidos com a Madeira", lembrou o líder da JSD. Para classificar a oposição regional mostrou uma folha com fundo preto dizendo que é uma página negra que é preciso virar.

Miguel de Sousa foi o terceiro congressista a intervir. Num discurso conciliador, o vice-presidente da Comissão Política Regional saudou os heróis da autonomia, elogiou o líder parlamentar e o presidente da Assembleia e pediu a Jardim para ficar para além de 2008. Depois, partiu para um longo ataque contra o governo socialista e a oposição regional. Disse que Sócrates não é patriota - porque trata as regiões autónomas de forma diferente -, e admitiu que a alternância política que se vive em Portugal tem levado o País à bancarrota. Crítico em relação ao sistema político, onde "há muita gente a mandar e a dar palpites", Miguel de Sousa denunciou "invenções" feitas em Lisboa referindo-se à limitação de mandatos e às incompatibilidades.

"Como viram, não falei de nós" disse Sousa no final da sua intervenção, reforçando o apelo à unidade.
Anónimo disse…
Carlos Esperança said...
Zarco:

A repetição do mesmo texto não será tolerada.

Apagá-lo-ei.

Um texto repetido passa a ser lixo.

Por que não apaga a posta de Fonsecaecosta, repetida noutras postas suas?
Distracção?
Brotero disse…
...Só a "prosa" do Esperança é que não é lixo!!

É o Paradigma da literatura nacional!

Vai linda a brincadeira...
Anónimo disse…
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