Portugal ainda é um Estado de Direito


A lei das incompatibilidades avança para as Regiões Autónomas.

O alagamento à Madeira e Açores do regime de incompatibilidades e impedimentos que abrangem os titulares de cargos públicos e altos cargos políticos revela que a incúria e várias cumplicidades deixaram as Regiões Autónomas à margem da lei, da ética e da equidade.

A reacção violenta dos próceres autóctones só pode compreender-se à luz de quem não abdica da impunidade e dos grandes interesses em jogo.

Admitir uma excepção constitucional no território nacional é fomentar a marginalidade, dissolver a autoridade do Estado e abrir as portas ao arbítrio e à impunidade.

O deputado madeirense Coito Pita, desconhecido de qualquer combate democrático, acha a extensão da legalidade democrática à Madeira «um comportamento ditatorial e pidesco». Só quem nunca contestou a ditadura e não sentiu nojo da PIDE pode bolsar semelhante protérvia.

A lei de incompatibilidades para as Regiões Autónomas vai avançar. Convém estar atento ao comportamento dos diversos partidos.

O sátrapa da Madeira já afirmou que não aceita regime de incompatibilidades.

Comentários

e-pá! disse…
Este assunto vai, antes do mais, por à prova o PR.

A coesão política do Estado é um assunto da estricta competência do PR.

A rejeição da aplicação do regime legal de incompatibilidades e impedimentos dos titulares de cargos públicos residentes na Madeira, põe em causa o regular funcionamento das instituições democráticas, na medida em que contesta a autoridade democrática da AR (onde aliás a Madeira está representada)

O convite à invasão da Região é, nos termos jocosos como que foi feito, uma intolerável provocação ao Comandante Supremo das Forças Armadas, isto é, novamente ao PR.

Alberto João já todos sabemos quem é e como é.
O que não esperavamos era este serôdio desafio (ultimatum?) ao PR - vindo da sua área política.

De maneira que os portugueses devem virar os olhos para Belém e aguardar as posições de Cavaco Silva.
e-pá! disse…
Apostilha:
Tudo isto depois de verificada - pelos organismos competentes - a constitucionalidade da legislação.
Como é evidente.
Jagudi disse…
Jardim é um marginal do bom-senso, da educação cívica, do conceito democrático mais preliminar. É um bêbado do voto popular e da democracia. E quando lhe apetece fecha-a no palheiro, levanta-lhe as saias e serve-se dela.
Dali só se podem esperar duas coisas: que a guilhotina do prazo de validade lhe caia em cima, ou que o voto popular deserte para outras paragens. Por um milagre qualquer, que nada faz prever.
A\Madeira é um bom exemplo de algumas falácias da democracia que se vai usando. À falta de melhor, ouve-se dizer.
Anónimo disse…
..."A reacção violenta dos próceres autóctones"...

Oh Esperança! AUTÓCTONES?????????????????????????????
Você fala da Madeira como se fôssemos uma COLÓNIA!!!!!!!!São comentários infelizes e IGNORANTES como este, que leva os MADEIRENSES a votar mais 4 anos ou 20, se necessário, no ALBERTO JOÃO JARDIM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Você é mesmo um palhaço!!!!!

E com palhaços como voçê que este PORTUGAL PROVINCIANO existe!!!!
Anónimo disse…
e-pá! said...

A diferença dos PREÇOS até nas revistas, na Madeira e Açores também será um cumprir da constituição???????????????????????????????
O PRINCíPIO da CONTINUIDADE TERRITORIAL??????????????????

entre mil outro exemplos????????

a vossa memória é CURTA!!!!!
«Você é mesmo um palhaço!!!!!»
RE: O anónimo é da escola democrática do Alberto João?

Podia ser menos provinciano.

Felizes os po(l)vos superiores!!!!
e-pá! disse…
Anónimo de Qua Mai 17, 09:28:24 PM:

Vamos falar só das revistas ou também do preço dos combustíveis, das viagens áreas, etc.

Estamos a falar da República, das leis da República, portanto da coisa pública.

Convinha não misturar alhos com bogalhos, para confundir, desviar atenções, etc.
É uma táctica useira e veseira quando se discute a Madeira. Como nas discussões de futebol determinado adepto recordar-se do penalti que não foi marcado há 10 anos...
O jogo que, neste caso, se disputa é o jogo democrático e os árbritros são a Constituição e o Tribunal Constitucional. Deixemos as instituições funcionarem.

E também não misturar os Açores - outa Região Autónoma - no barullho.

A insularidade - ou como se diz hoje na Europa a "ultra-periferia" - pode (deve)justificar especificidades mas não despaupérios, jocosidades, grosserias e boçalidades que, caro anónimo, não são dirigidas a mim. Atingem as instituições democráticas portuguesas (Madeira incluída) e, em, primeiro lugar, o Presidente da Republica que, com solenidade, jurou publicamente defendê-las.
Anónimo disse…
desculpa, disseste Coito Pita!?!?!? ahahahhjajh ahahjagaaha!!!
Anónimo disse…
Parece que a PROVINCIANA COIMBRA é que deve ser o CENTRO DO MUNDO CIVILIZADO!!!!

deixem-me rir!!!!

Vão conhecer mundo!!!

A Madeira a séculos que é mais cosmopolita !! Não recebe MORAL de provincianos como o Esperança!!

Que fez voçê pelo País??? só sabe criticar!!

Se formos minimalistas ao extremo, podemos considerar dois tipos de pessoas:


1- empreendedoras
2 - boçais ( parasitas )

O Boçal do esperança ( o Miguel sousa Tavares, o palhaço do Jorge coelho etc etc ) vive , criticando o que os empreendedores constroem...

O ALBERTO JOÂO JARDIM fez mais por Portugal que muitos que o criticam!!!!


Acordem!!

Povo Superior deve ser o de Coimbra!!! AHAHAHAHAHA
A Madeira a séculos que é mais cosmopolita !! Não recebe MORAL de provincianos como o Esperança!!

RE: Caro leitor,
Aceito que despreze as leis portuguesas mas, ao menos, respeite a língua.

O verbo «haver» tem «h», mesmo para um admirador de Alberto João.

A Madeira *há* séculos que é mais cosmopolita !! Era isto que queria escrever?

Quanto aos insultos estão de acordo com quem os profere sob anonimato.
Anónimo disse…
Com falta de argumentos, voçê arranja um refúgio na gramática...

Aliás, eu sempre que coloco comentários pretendo escrever um livro! Hahahaah

Oh Palhaço! Mas alguém disse que não respeito a lei Nacional??

Cada vez mais dou razão ao Alberto João!!!

São "inteligências" , " Sapiências bípedes" como o Esperança, que põe este Portugal a evoluir...

Nunca mais saímos da cêpa torta...
Anónimo disse…
Cuidado com as palavras. Lembrem-se que a primeira dama de Coimbra é madeirense. Não é só na Madeira que os deputados estão contra a as incompatibilidades proposta, que peca por defeito. Repare-se que não é incompatível ser dirigente do futebol e ser deputado. Deveria ser consagrado o principio da imcompatibilidade entre estas duas funções cujo desempenho simultâneo leva à promiscuidade. Não é Horácio?
Anónimo disse…
Best regards from NY! » »

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