Em vez da prisão?

O cardeal brasileiro Cláudio Humes, prefeito da Congregação para o clero do Vaticano, propôs a criação de grupos de oração para rezar por vítimas de abuso sexual cometido por padres, numa tentativa de curar feridas geradas por recentes escândalos que atingiram a Igreja.

Comentários

e-pá! disse…
Nada tenho a opôr a esta pretensão do cardeal, desde que os padres prevaricadores sejam, depois de julgados, presos.

Todavia a atitude da ICAR tem sido outra. Tem "comprado" a liberdade desses vigários (é assim?) pagando pesadas indeminizações às vítimas.
Não chega! Além das indeminizações é necessário sentir o peso da justiça da sociedade civil que, nestes escabrosos casos, não pode deixar de ser a privação temporária da liberdade.

Este novo método proposto pelo cardeal brasileiro seria "legau", inovador e bastante menos oneroso, mas intolerável para os cidadãos.

Era, como os brasileiros dizem... "os padres numa boa" e as vítimas "numa fossa".
Haja decoro!
Anónimo disse…
Também não tenho nada a opôr a esta pretensão do cardeal, proponho no entanto, em Portugal, o mesmo para com as crianças vítimas sexuais de políticos...daqueles que até pedem indminizações.
CA disse…
Os políticos que pedem indemnizações deixam-me sempre a pensar.

Se o seu problema fosse estarem a ser vítimas de uma cabala, esta teria objectivos e mentores. Ora não é credível que vários jovens, sem qualquer razão, quisessem perseguir o político A ou B. Logo, mesmo que os jovens estivessem a mentir, estariam a ser manipulados e os ditos políticos deveriam perseguir os mentores.

Em contrapartida, se os jovens estivessem a falar verdade, os políticos teriam todo o interesse em visar directamente os jovens, pois estes seriam as vítimas dos seus actos e a perseguição deveria desencorajá-los de dizer a verdade à polícia e em tribunal.

Não sei se alguma destas versões corresponde à realidade, mas que dá que pensar, isso dá.
Anónimo disse…
Os políticos que pedem indemnizações, deviam ter vergonha...pensam que os cidadãos teem a memória curta, uns teem outros não.

Querem reabilitar-se, depois de retiradas estratégicas, pagas pelo erário público, a peso d'ouro.

Quem acredita neles ? Pretendem fazer crer que só há vítimas, eles estão acima de qualquer suspeita, na realidade, são bandidos da pior especíe, deviam no mínimo, ser capados.

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