A capacidade da ICAR "escapar" pelas malhas da miníma indecisão - ou neste caso nitidamente premeditado - da defesa da laicidade dos Estados é absolutamente espantosa. São, aquilo que o povo classifica de "intrometidos" ou "penduras".
O problema base destas questões é, na minha opinião, o Vaticano disfrutar do privilégio de elaborar "concordatas". Para os Estado o Vaticano não deve contar mais do que um minusculo enclave existente em Roma. Todas as outras mordomias, que teima em usufruir, são, por assim dizer, excessivas e deslocadas,chocando com os modernos conceitos de Estado.
Já foi assim, há alguns anos, no que respeita ao casamento, facto que motivou muitos agnósticos (e provavelmente ateus) à ignominiosa genuflexão...
A filia da Igreja pela Educação deve ser controlada (contrariada), quanto mais não seja pelo escandaloso número de casos de pedofilia que essas instituições escolares religiosas, albergam ou, melhor, escondem.
A recente situação da Irlanda deveria levar a sociedade civil, laica, a tomar medidas preventivas. Não basta denunciar ou punir (facto que ainda estamos à espera!). A reincidência, ao que parece ubiquitária, deve obrigar à prevenção.
Anónimo disse…
A França,depois de 1905, virou estado teocrático na época de Vichy.
Comentários
Ainda bem que o pessoal do avental tomou conta do assunto.
E logo um presidente de um país que deu há Humanidade a, talvez, mais importante Revolução.
São, aquilo que o povo classifica de "intrometidos" ou "penduras".
O problema base destas questões é, na minha opinião, o Vaticano disfrutar do privilégio de elaborar "concordatas".
Para os Estado o Vaticano não deve contar mais do que um minusculo enclave existente em Roma.
Todas as outras mordomias, que teima em usufruir, são, por assim dizer, excessivas e deslocadas,chocando com os modernos conceitos de Estado.
Já foi assim, há alguns anos, no que respeita ao casamento, facto que motivou muitos agnósticos (e provavelmente ateus) à ignominiosa genuflexão...
A filia da Igreja pela Educação deve ser controlada (contrariada), quanto mais não seja pelo escandaloso número de casos de pedofilia que essas instituições escolares religiosas, albergam ou, melhor, escondem.
A recente situação da Irlanda deveria levar a sociedade civil, laica, a tomar medidas preventivas.
Não basta denunciar ou punir (facto que ainda estamos à espera!).
A reincidência, ao que parece ubiquitária, deve obrigar à prevenção.
Agora não, seja "discreto" e não "secreto" quando expõe as suas ideias.