Dignidade, humanidade e patifaria

Portugal envolveu-se na criminosa invasão do Iraque, perante reservas manifestadas por Jorge Sampaio. Durão Barroso ofereceu o território nacional para o acordo do crime. O ministro Paulo Portas, comoveu-se com a glória de enviar tropas para massacrar o povo iraquiano, glória que o PR (nessa altura Portugal tinha PR) lhe negou.

As únicas armas de destruição maciça eram Bush, Blair, Aznar, Barroso

Os países que puseram em risco a vida dos passageiros e tripulação do avião onde viajava o presidente democraticamente eleito da Bolívia foram sensivelmente os mesmos que apoiaram a invasão do Iraque.

Portas já tinha escrita a cata de demissão irrevogável quando fechou o espaço aéreo ao avião do presidente Evo Morales.

Quem abriu o espaço à passagem dos presos a caminho de Guantánamo, quem foi cúmplice do massacre iraquiano, tentou ser o assassino do presidente sul-americano e dos outros ocupantes da aeronave.

O patife esteve à altura da condecoração que os EUA lhe atribuíram.

Comentário: A amizade com os EUA é incompatível com a subserviência aos falcões da CIA.

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