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E as Empresas Municipais? O poder autárquico tem andado à solta, sem a Regionalização que podia dar coerência e exigir responsabilidades às Câmaras Municipais.
Comentários
Anónimo disse…
Se eu lesse só o título do artigo, até não tinha nada para dizer. Quem precisa de emprego, seja qual for a agência, é tudo bom. Mas aqui fala-se de conflito de interesses e tráfico de influências, um dos muitos espalhados pelas entidades gestoras públicas no país, talvez? E a legislação que diz neste caso? Com a diarreia legislativa que tem havido, ainda não se resolveram estes casos? Fora disso é um indivíduo que tenta entrar na câmara por concurso, segundo o jornal, como quase todos aqueles que entram para os serviços públicos, suponho, e se não se pode trabalhar no mesmo organismo que a esposa, ou os pais, vão-se encher os tribunais, que já estão superlotados com esses casos.
Anónimo disse…
Concordo a 100% com a pergunta: "Só o PSD?"
E os boys que o PS está a colocar em todo o lado???
Eu entendo o vosso silêncio, não é? Não vos convém!!!!!
Anónimo disse…
«Concordo a 100% com a pergunta: "Só o PSD?" E os boys que o PS está a colocar em todo o lado???»
Comentário: Ó Anónimo, não reduza o país ao PS e PSD. Lembra-se de Bagão Félix na Segurança Social e na desastrada e efémera passagem pelas Finanças? Era o CDS no seu melhor.
Quanto ao PCP tem sido mais cuidadoso mas já nem ele escapa.
Enquanto se encarar a corrupção como um fenómeno partidário, em vez de um problema de saúde cívica, não vamos a lado nenhum.
Anónimo disse…
Não reduzir o País ao PS e PSD? Pois do resto não reza a história... É triste mas é mesmo assim. Quanto ao caso, parece-me que anda um vice-presidente duma Câmara armado em herói com denúncias contra si próprio e contra a equipa de que faz parte. É um mau político... e uma má pessoa, que foi devidamente desmascarada, pois o que provavelmente acontece é ele ter querido o emprego para os seus capangas, e como não lhe fizeram a vontade... Agora ser o PS a dar relevo à notícia é que é de um descaramento sem tamanho. O mesmo PS que encheu o aparelho do estado de clientela e que continua a fazê-lo sem quelauer escrupulo. Os boys do PS não respeitam a contenção decretada pelo Sócrates. Para esses o tacho está sempre garantido, haja crise ou não. Agora promovem a funcionário tudo quanto é bicho careta, especialmente se forem gays...
Anónimo disse…
O devido a pessoas do calibre do josé Junqueiro que o PS nunca ganha em Viseu. Quem ler o semanário Sol de Sábado passado, na pág. 18, fica a saber que o Secretário de Estado ascenso Simões obrigou Director Geral de Viação a substituir o Chefe da delegação de Aveiro para la colocar uma militante do PS de nome Margarida Gariso. Vergonhoso.
Anónimo disse…
O compadrio, o favorecimento, a corrupção, etc., são, na sua essência, problemas cívicos e, talvez, atávicos vícios educacionais. Mas os partidos políticos (sem excepções) têm sido o sustentáculo destes males. Guterres, foi um governante que tentou por cobro a isto. A frase "no jobs for the boys" causou uma onda de chacota nacional e foi objecto de feroz boicote . A começar no PS. Depois disso foi "à vez", em consonância com quem chegava ao Poder, exceptuando aqueles cargos onde parece haver "acordos de cavalheiros" discretos, mais ou menos na denominada área do Bloco Central, onde tudo parece estável. À custa desta "balda", proliferam na Administração Pública (Central e Local) uma legião de assessores (principescamente pagos e com outras mordomias), uma multidão de comissários (integram sistematicamente comissões de estudo, avaliação, proposição, etc.) e os doutos peritos (disto e daquilo, a começar pelos fazedores de pareceres"). Esta é a hidra tentacular e a lógica clientelista do Estado. Entretanto, os portugueses vão registando que, em caso de "aperto", o Estado recorre aos serviços privados. Foi o que se viu na Lei das Finanças Locais. E, recomeça aquela história neo-liberal de "menos Estado"... Quando alguém com responsabilidades se levanta contra este estado de coisas vai, de patins, para o Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento...
Até aqui a modernidade tem sido, em larga medida, isto. Porque apesar (ou por causa) do aquecimento global o País continua imundado de "caciquismos" - modernos ou obsoletos.
Anónimo disse…
Certamente que não só o P.S.D. . Existem por este País fora muitos "filhos dos aparelhos".
Li no excelente blogue De Rerum Natura , num post de Carlos Fiolhais , o seguinte: «De facto, o candidato a rei é autor de um opúsculo laudatório do Beato Nuno, onde se pode ler esta pérola: “Q uando passava de Tomar a caminho de Aljubarrota, a 13 de Agosto de 1385, D. Nuno foi atraído a Cova da Iria, onde, na companhia dos seus cavaleiros, viu os cavalos do exército ajoelhar, no mesmo local onde, 532 anos mais tarde, durante as conhecidas Aparições Marianas, Deus operou o Milagre do Sol» (“D. Nuno de Santa Maria - O Santo” , ACD Editores, 2005).»
Fiquei maravilhado com o que li e, sobretudo, por saber que o Sr. Duarte Pio escreve.
O Sr. Duarte Pio, suíço alemão, da família Bourbon, imigrante nacionalizado português pela conivência de Salazar e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório, podia emprestar a imagem às revistas do coração mas precaver-se contra a ideia de publicar opúsculos.
Claro que não é necessário saber falar para escrever e, muito menos, ...
Antes das 11 horas da manhã, uma numerosa comitiva de polícias, militares da GNR, e alguns outros do Exército, tomaram posições em frente à Igreja de Santa Cruz. Bem ataviados esperavam a hora de deixarem a posição de pé e mergulharem de joelhos no interior do templo do mosteiro beneditino cuja reconstrução e redecoração por D. Manuel lhe deu uma incomparável beleza. Não era a beleza arquitetónica que os movia, era a organização preparada de um golpe de fé definido pelo calendário litúrgico da Igreja católica e decidido pelas hierarquias policiais e castrenses. Não foi uma homenagem a Marte que já foi o deus da guerra, foi um ato pio ao deus católico que também aprecia a exibição de uniformes e a devoção policial. No salazarismo, durante a guerra colonial, quando as pátrias dos outros eram também nossas, não havia batalhão que não levasse padre. Podia lá morrer-se sem um último sacramento!? Éramos o país onde os alimentos podiam chegar estragados, mas a alma teria de seguir lim...
Comentários
Mas aqui fala-se de conflito de interesses e tráfico de influências, um dos muitos espalhados pelas entidades gestoras públicas no país, talvez?
E a legislação que diz neste caso?
Com a diarreia legislativa que tem havido, ainda não se resolveram estes casos?
Fora disso é um indivíduo que tenta entrar na câmara por concurso, segundo o jornal, como quase todos aqueles que entram para os serviços públicos, suponho, e se não se pode trabalhar no mesmo organismo que a esposa, ou os pais, vão-se encher os tribunais, que já estão superlotados com esses casos.
E os boys que o PS está a colocar em todo o lado???
Eu entendo o vosso silêncio, não é? Não vos convém!!!!!
Comentário: Ó Anónimo, não reduza o país ao PS e PSD. Lembra-se de Bagão Félix na Segurança Social e na desastrada e efémera passagem pelas Finanças? Era o CDS no seu melhor.
Quanto ao PCP tem sido mais cuidadoso mas já nem ele escapa.
Enquanto se encarar a corrupção como um fenómeno partidário, em vez de um problema de saúde cívica, não vamos a lado nenhum.
É triste mas é mesmo assim.
Quanto ao caso, parece-me que anda um vice-presidente duma Câmara armado em herói com denúncias contra si próprio e contra a equipa de que faz parte.
É um mau político... e uma má pessoa, que foi devidamente desmascarada, pois o que provavelmente acontece é ele ter querido o emprego para os seus capangas, e como não lhe fizeram a vontade...
Agora ser o PS a dar relevo à notícia é que é de um descaramento sem tamanho. O mesmo PS que encheu o aparelho do estado de clientela e que continua a fazê-lo sem quelauer escrupulo. Os boys do PS não respeitam a contenção decretada pelo Sócrates. Para esses o tacho está sempre garantido, haja crise ou não.
Agora promovem a funcionário tudo quanto é bicho careta, especialmente se forem gays...
Quem ler o semanário Sol de Sábado passado, na pág. 18, fica a saber que o Secretário de Estado ascenso Simões obrigou Director Geral de Viação a substituir o Chefe da delegação de Aveiro para la colocar uma militante do PS de nome Margarida Gariso. Vergonhoso.
Mas os partidos políticos (sem excepções) têm sido o sustentáculo destes males.
Guterres, foi um governante que tentou por cobro a isto. A frase "no jobs for the boys" causou uma onda de chacota nacional e foi objecto de feroz boicote . A começar no PS.
Depois disso foi "à vez", em consonância com quem chegava ao Poder, exceptuando aqueles cargos onde parece haver "acordos de cavalheiros" discretos, mais ou menos na denominada área do Bloco Central, onde tudo parece estável.
À custa desta "balda", proliferam na Administração Pública (Central e Local) uma legião de assessores (principescamente pagos e com outras mordomias), uma multidão de comissários (integram sistematicamente comissões de estudo, avaliação, proposição, etc.) e os doutos peritos (disto e daquilo, a começar pelos fazedores de pareceres"). Esta é a hidra tentacular e a lógica clientelista do Estado.
Entretanto, os portugueses vão registando que, em caso de "aperto", o Estado recorre aos serviços privados. Foi o que se viu na Lei das Finanças Locais.
E, recomeça aquela história neo-liberal de "menos Estado"...
Quando alguém com responsabilidades se levanta contra este estado de coisas vai, de patins, para o Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento...
Até aqui a modernidade tem sido, em larga medida, isto. Porque apesar (ou por causa) do aquecimento global o País continua imundado de "caciquismos" - modernos ou obsoletos.