Coimbra, doce Coimbra...


LE MONDE 06.01.07 15h34 • Mis à jour le 06.01.07 15h34
COIMBRA (Portugal) ENVOYÉ SPÉCIAL

Comentários

Anónimo disse…
A única falha do artigo encontra-se na foz do Mondego - o «Oceano Pacífico».

Excelente publicidade a Coimbra feita por um jornal de referência mundial - Le Monde.
Anónimo disse…
CE:

E, lá passou, também, de boleia, a publicidade à Quinta das Lágrimas, que parece ser a nóvel proprietária da "sigla" histórica "PEDRO & INÊS"...
Anónimo disse…
Coitado do Manel Machado... deve chorar só de ler este artigo!

Parabéns Encarnação, deste vez estiveste bem!...

Como já aqui alguém referiu, não há ninguém necessariamente só mau, nem necessariamente só bom (tirando o Esperança, claro!)
Anónimo disse…
..olhe que não, apenas é da vida,
uns fazem e projectam a obra,outros caiem-lhe os "louros" no regaço.
Anónimo disse…
..sem esquecer o mentor da obra de requalificação das cidades " programa POLIS.... Claro que o Socrates.
Anónimo disse…
Li o artigo do Le Monde e fiquei a saber que Coimbra tem 150 000 habitantes e mais umas coisas de somenos.
Dos "contributors" regulares deste espaço, mais valias acerca de Coimbra zero. Porque, e espero que não se ofendam, Coimbra mais uam vez me transmitiu a ideia de ausência de honradez ( e vou omitir o caso do Presidente Zé Simões) pois, o que vi na televisão, foi pessoas desesperadas, escorraçadas de casa, por ordens do senhor Presidente da Câmara, penso, e sem perspectivas de alojamento. Isto é desumano e Coimbra praticou-o...

Acho que o Le Monde não sabe disto; mas os senhores sabem e ainda não vi aqui nenhum comentário.

Estes são os verdadeiros problemas a ter lugar aqui; o Le Mmonde que vá tratar de la vie des clochards...

Manuel Brito/Porto
Anónimo disse…
Pondo de parte a opinião do drogado Manel Brito, não sabe o que diz...precisa dumas sessões de esclarecimento. É preciso dar os parabéns ao presidente Encarnação que tem encontrado soluções para a nossa bela cidade.

Este artigo do Le Monde, é uma óptima publicidade para a nossa cidade... Coimbra está ganhando.
Anónimo disse…
Coimbra, para além das "marcas" que deixou e deixa a muitos, será hoje mais um grande aglomerado de pessoas e serviços, com algum desordenamento.
Li hoje, o caso que se está a passar com alguns (poucos já)moradores da Rua Direita, face ao avanço das obras do Metro.
Mesmo o mais simples dos atravessadores, se lembrará da sua tipicidade, como outros locais da bela Coimbra. Choupal, Penedo da Saudade, etc, etc..
Anónimo disse…
Senhor Manuel Brito:

"Isto é desumano e Coimbra praticou-o..."

O problema da degradação patrimonial dos centros históricos e a sua inexorável marcha para a desertificação (administrativa ou volontária), a inserção dos desalojados, etc., é um problema NACIONAL.
Coimbra, pelo facto de ter sido notícia (por más razões!) não vai carregar o "fardo" sozinha. Aqui, diz-se: "ou há moralidade, ou comem todos". Não acha?

Mas que o problema existe, existe... apesar do programa POLIS e, a propósito, apesar das gentes de cá serem honradas...

Olhe, sr. Brito, é como diz o provérbio chinês: "Honra e desonra são como cavalos em fuga ..."
Mano 69 disse…
E ninguém fala do outro autor, português, da ponte? Sim de Adão da Fonseca?
Está tudo a fazer ponte?


E já agora, a "passerelle" não fica na Avenida K. Gulbenkian?
Anónimo disse…
A introdução do artigo do "Le Monde", segundo se depreende de leitura mais cuidadosa, não é, assim, tão abonatória para Coimbra.

"La recherche de l'émotion architecturale permet rarement la sédentarité, quand l'immobilité rend les habitants peu enclins au changement. La surprise peut venir de sites inattendus. Ainsi la nouvelle passerelle de Coimbra, ville portugaise de 150 000 habitants, qui passait plutôt pour être confite dans le respect des valeurs du passé..."

E... os conimbricenses a julgarem que a nova ponte pedonal poderia ser uma "passerelle" para o futuro...,
isto é, trazer nova vida e novas infraestruturas ao passado saudosista e degradadante das zonas ribeirinhas!
Anónimo disse…
Lá está o Sacristão com interpretações que só ele vê...

Ai tristeza de cidade... e fundamentalmente de pessoas...
Anónimo disse…
Ao "coimbrinha"

Caro Amigo,
Permita-me que o trate assim - porque o senhor parece-me ser pessoa esclarecida - para o diferenciar desse futrica analfabeto que se esconde debaixo do anonimato, cobardemente,e que me apelida de drogado. Para ele, pqp... e pode apelidar-me do que quiser e àvontadde porque não vai ter nunca a minha resposta.

Concordo com o seu comentário, onde refere que a degradação patrimonial dos centros históricos e a sua inexorável marcha para a desertificação seja um problema NACIONAL. Tudo bem; mas por isso mesmo, por ser problema nacional, não deve ser esquecido e neste caso o Le Monde passou à frente. Eu não gostei do que vi na TV e aproveitei este espaço para o dizer. É crime isto!...

Claro que Coimbra não vai carregar o fardo sozinha... mas não deverá ignorar o seu... e são os conimbricenses que devem estar atentos... penso eu.

Diz o snhor, "Mas que o problema existe, existe... apesar das gentes de cá serem honradas..."

ok, mas à mulher de César não bastou sê-la...

Gostei dessa dos cavalos... e peço-lhe que aceite os meus cumprimentos.

Manuel Brito/Porto
Anónimo disse…
Hoje, o vereador do Urbanismo da CMC, Gouveia Monteiro, publica no Público, um interessante artigo, sobre a degradação patrimonial da baixa de Coimbra e que responde a dúvidas e questões postas em alguns comentários.
A ler...
Anónimo disse…
"A procura da emoção arquitectural permite raramente a sedentariedade, quando a imobilidade sujeita os habitantes pouco propensos às mudanças. etc" ?...
O artigo do jornal "Le Monde" é um pouco ditirambo.
Fora disso e do erro do Pacífico, não se trata de mais nada que da noticia de uma construção em Coimbra citada num jornal de grande cariz, onde também é citado António da Fonseca, co-autor da obra.
Só estou a comentar o artigo, não os comentários disparates de alguns neste caso (O Le Monde que vá tratar de la vie des
clochards...???) e outros.
Anónimo disse…
Ao anónimo anterior,

Não comentar os comentários é um direito que reconheço lhe assiste. Mas era mais bonito não se esconder por detrás do anonimato.

Manuel Brito/porto
Anónimo disse…
inegavelmente a marca de M.M.continua a perdurar sendo a unica visivel....doi doi muito , mas é a vida.
Anónimo disse…
M.M., coitado, foi-se.

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