Não é surpresa. A ETA mata

Sem espanto, sitiada no seu labirinto, sem projecto político, credibilidade ou apoios consistentes, a ETA quis participar no processo eleitoral em curso.
À sua maneira.
Matando.
Os espanhóis condenaram unanimemente o assassínio de um antigo vereador socialista no País Basco, abatido com três tiros à saída de casa, acção que claramente atribuem à ETA.
O primeiro-ministro, José Luis Zapatero, disse estar convicto de que o país não deixará que a organização terrorista interfira nas legislativas do próximo domingo.
Mas já interferiu. Da pior maneira. Com sangue. Alterando o sentido de voto de alguns.
À sua maneira.
Matando.
Os espanhóis condenaram unanimemente o assassínio de um antigo vereador socialista no País Basco, abatido com três tiros à saída de casa, acção que claramente atribuem à ETA.
O primeiro-ministro, José Luis Zapatero, disse estar convicto de que o país não deixará que a organização terrorista interfira nas legislativas do próximo domingo.
Mas já interferiu. Da pior maneira. Com sangue. Alterando o sentido de voto de alguns.
Comentários
Efectivamente nestes casos e ainda a quente, uma pessoa pensa de forma emotiva de que gente desta mereceria um exepçao ao estado de direito pois jamais pagarao o que deveriam.
Enfim, a vida (a nossa) vai seguir o seu caminho e amanha estaremos mais serenos.
É importantissímo que haja uma grande participaçao eleitoral e que tanto o PP como PSOE tenham a mais absoluta consciência de que esta luta tem de ser travada e ganha em conjunto.
Esta última informação, que agradeço, é dramática.
Cada vez abomino mais os nacionalismos.