Ponte Europa feito pelos leitores

A grande ditadura da Nossa Democracia, é as corporações profissionais e os interesses politiqueiros sobreporem-se á legitimidade conferida pelo voto popular.Isso, estes senhores não defendem.

Até parece que um Governo que resultou do voto popular, que vai de 15 em 15 dias prestar contas à Assembleia da República, que apresentou um Programa de Governo Reformista, tem que ser MANDADO E ORIENTADO pelos interesses particulares de uma corporação profissional.

Essa é que é a Democracia sã?
Então para que há eleições?
Então para que se formam Governos em resultado de eleições livres e democráticas?

Querem pôr cada uma das Corporações Profissionais, com interesses particulares e especificos de grupo, a governar cada um dos sectores da nossa vida colectiva?

Era um regabofe, cada um tratava da sua vidinha... e, no final, como seria?
- O caos certamente.

Deixem-se de conversa fiada. Razão tinha o outro sobre esta terra - "nem se governam nem se deixam governar".
A quem interessa esta politica de terra queimada? Não deixar pedra sobre pedra.

Que fique tudo na mesma e nos afundemos para sempre sob o peso dos interesses corporativos e bravatas sindicaleiras...

a) anónimo

Comentários

Anónimo disse…
Como o caríssimo Esperança se esquece de dar umas certas notícias, cá vai:

"Um documento de Catalina Pestana apareceu misteriosamente nas mãos do advogado de Paulo Pedroso. E quem o passou foi o chefe de gabinete do ministro Vieira da Silva. A juíza já participou ao Ministério Público. O caso prova as ligações entre o Governo e Paulo Pedroso, num caso em que este processa o Estado"
Anónimo disse…
O anónimo esqueceu-se de dizer que as corporações que as há são o resultado dos partidos políticos quererem angariar votos, dando-lhes mais força.
Até agora a coisa resultou, as corporações eram fortes e asseguravam a manutenção no poder dos políticos incopetentes que temos (se Portugal está como está não é culpa das corporações mas de quem lhes aparou ojogo) que distribuiam os lugares de chefia pelos amigos de partido.

Agora que a situação financeira do país não dá para todos o actual governo decidiu ataxar as corporações, não com o intuito reformador e progresssita, mas sim de substituir nos lugares de chefia os membros das corporações por seus apaniguados. Esse é o papl do director de escola, veja-sse que não é escolhido pelos professores e pais de launos mas mandatado pelo ministério, este pode demit-lo quando quiser. Isto é para quê? Simplesmente para distribuir esses lugares aos membros do partido que já não têm lugar noutras posições do Estado. E é estte comissário político que ai avaliar os professores? De certo já sabemos quem tem nota alta: o filido no PS ou PSD certamente,o do PCP, CDS e BE, talvez (para os usar como desculpas), as vozes independentes e incómodas serão certamente eliminadas.

s
Anónimo disse…
Correcto. E presentemente a carapuça deve ser enfiada pelos socialistas. Por isso é que o caríssimo Esperança se "esqueceu" de dar a notícia. Coisas...

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