PS e voos da CIA

O PS vai votar contra a proposta do PCP de constituição de uma comissão de inquérito parlamentar sobre os alegados voos da CIA, que considera inoportuna face à ausência de "indícios de ilegalidades".
Comentário: Com tantos portugueses convencidos da existência dos voos sinistros, perde-se uma boa oportunidade para afirmar o carácter humanista e a defesa dos direitos humanos.

Comentários

Anónimo disse…
É nítido e confrangedor o entalanço do PS.

O "filme" é fácil de advinhar...
Façamos um exercício de imaginação.
Assim,

Durão Barroso, comprometido até ao pescoço com Bush na invasão do Iraque é posteriormente limitado por Jorge Sampaio e não consegue participar (com tropas) na guerra. Para mostrar serviço (subserviência) concede a Bush todas as facilidades e, entre outras coisas, terá posto à disposição da CIA os aeroportos para o silencioso tráfego de "prisioneiros"...

Santana Lopes, caído aos trambolhões no governo, sem vontade propria, dá continuidade às peripécias de Barroso, alinhando na chamada política de aproximação "atlantista". A fragilidade política do seu governo não lhe permite outra alternativa. É nesta displiscência e inconsciência acolitado (estimulado) por Paulo Portas.

Da desgraça e da irresponsabilidade de Santana Lopes nasce o novo governo de Sócrates. Tem como min. Negócios Estrangeiros o Prof. Freitas do Amaral, um homem que, enquanto cidadão, se opôs à invasão do Iraque. Uma pedra no sapato no relacionamento com os EUA. O Governo que necessita de acalmar Bush e Condoleezza Rice é, condicionado, por este facto, e decide não levantar problemas. Acresce ainda que o controlo dos aeroportos é deficiente. Não haverá registos...
Freitas do Amaral, quando se levanta o problema humanitário dos voos da CIA, reage mal e objectivamente nega a colaboração com o Parlamento Europeu. Entretanto é substituído no Governo por Luís Amado um atlantista, um homem de Georgetown...
Este decide (mal) - por convicção ou por inércia - dar seguimento à política dúbia e negacionista de Freitas do Amaral.
Confrontado com a possibilidade de uma investigação parlamentar nacional, argumenta que NADA há a acrescentar ao que foi disto. NADA - é exactamente o que até agora foi esclarecido.

Final da fita: como não vai ser possível esconder o que cada vez se torna mais óbvio, arranjam-se dois "vilões", de preferência portugueses: Ana Gomes e Carlos Coelho.
O carrasco de serviço a estes "vilões" é também português: - Lello de sua graça.

E assim vão os Direitos Humanos em Portugal...

NOTA: tudo isto é um "filme" de ficção.
Uma eventual coincidência entre estas persongens virtuais e outras reais, que deambulem pelo País, é mera...coincidência.

The End.
Anónimo disse…
Finalmente, Human Rights Watch começará a divulgar e a produzir material de informação e de denúncia sobre este assunto.
A vigilância por satélite tará outras adendas a este escândalo...

A "bronca" vai rebentar...

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