Mensagens populares deste blogue
A FRASE
Por
Carlos Esperança
-
A descolonização trágica e a colonização virtuosa
Por
Carlos Esperança
-
Ramalho Eanes referiu como trágica a descolonização em que «milhares de pessoas foram obrigadas a partir para um país que não era o seu». Tem razão o ex-PR cujo papel importante na democracia e o silêncio o agigantou depois da infeliz aventura por interposta esposa na criação do PRD e da adesão à Opus Dei, sempre por intermédio da devota e reacionaríssima consorte, que devolveu o agnóstico ao redil da Igreja. Eanes distinguiu-se no 25 de novembro, como Dinis de Almeida no 11 de março, ambos em obediência à cadeia de comando: Costa Gomes/Conselho da Revolução . Foi sob as ordens de Costa Gomes e de Vasco Lourenço, então governador militar de Lisboa, que, nesse dia, comandou no terreno as tropas da RML. Mereceu, por isso, ser candidato a PR indigitado pelo grupo dos 9 e apoiado pelo PS que, bem ou mal, foi o partido que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, atrás da qual se esconderam o PSD e o CDS. Foi nele que votei contra o patibular candidato do PSD/CDS, o general Soares...
Comentários
Hoje, depois do futebol, temos a Judite no canal 1 a entrevistar o PGR. È obrigatório ver...
Zézé
Le gouvernement italien de Romano Prodi a perdu un vote crucial au Sénat sur les orientations de sa politique étrangère. L'opposition réclame sa démission
Le gouvernement de centre-gauche de Romano Prodi a perdu au Sénat un vote crucial sur les orientations de sa politique étrangère, plongeant dans la plus grave crise politique depuis l'arrivée de la gauche au pouvoir en avril 2006.
Romano Prodi doit rencontrer en fin d'après-midi le chef de l'Etat Giorgio Napolitano, qui a interrompu sa visite à Bologne, dans le nord de l'Italie, pour regagner Rome.
Menace de démission
La politique étrangère du gouvernement est décriée par la gauche radicale (communistes et Verts) de la majorité. Celle-ci voudrait un calendrier de retrait des quelque 2000 soldats italiens stationnés en Afghanistan et s'est vivement opposée à l'élargissement d'une base américaine à Vicenza (nord), auquel Romano Prodi a donné son feu vert le mois dernier.
Ce n'est pas la première fois que le gouvernement perd un vote au Sénat mais outre que le sujet de la diplomatie n'est pas mineur, le chef de la diplomatie Massimo D'Alema avait dramatisé l'enjeu de ce vote dans l'espoir de rallier la gauche radicale. Mardi, il avait averti qu'en cas de vote négatif, le gouvernement "rentrerait à la maison", selon la presse italienne.
La majorité requise pour faire adopter la motion de la majorité était de 160 voix mais le gouvernement n'en a obtenu que 158 tandis que 136 sénateurs ont voté contre. "Démission, démission", ont aussitôt crié les sénateurs de droite après l'annonce du résultat par le président du Sénat Franco Marini.
Il s'agit du plus gros revers pour le gouvernement de Romano Prodi depuis qu'il a remporté d'extrême justesse les élections d'avril, battant la droite de Silvio Berlusconi. Il n'est cependant pas obligé de présenter sa démission, car il n'avait pas engagé la question de confiance sur ce vote.
L'express du 21.02.2007
(...)Se Baú-Cheio tem acções nas minas de esterco(...)acaso o nosso destino,tac! vai mudar?
"...Não venham travestir-se de ecologistas os litigantes de má fé, oportunistas partidários e idiotas úteis que, desconhecendo os riscos que diáriamente se avolumam, se empenham na sabotagem de uma solução."
Carlos Esperança, tenha dó... o seu artigo do Despertar é lamentável, incriminar como litigantes de má fé aqueles que por todos os meios legais, vão evitando que a co-incineração avance, é demais.
Sabe, muito bem, que há outros processos para eliminar os lixos perigosos...não se esqueça deles
...haja paciência.