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Tintoretto

Comentários

A SAÚDE QUE TEMOS

O povo, acompanhado ou mesmo liderado pelos seus autarcas decidiu contestar na Rua a política de Saúde. Nesta situação foi evidente a falta de preparação política de Correia de Campos (CC) para lidar com as questões de política de Saúde que quer e deve ser implementada paulatinamente.

Qual o estudo de impacto nas Urgências existentes e no seu desempenho que suporta todas estas mudanças ?

O que oferece de melhor às pessoas antes de lhe retirar o pouco e de má qualidade que têm ?

Os autarcas, decidiram desta vez "entalar" grandemente CC.

Saiu o do PS de Valença com grande capacidade mediática por facilmente poder cortar uma ponte que é fronteira. CC respondeu como previsível sem tento nem tino. E a resposta começa já amanhã com todos os Municípios do Alto Tâmega.

José Sócrates não é o seguro de vida de todos os seus ministros por dois motivos, ambos políticos:
1. porque são autonomos no exercício e na forma como executam o programa de governo;
2. porque ele tem de ter um espaço de manobra próprio para decidir quando e como, este ou aquele ministro não esteve bem e tem de afinar ou refinar a pontaria.

Não o vemos é vir tão lesto assumir as "borradas" políticas de CC e calar de imediato "todos" como o vimos, por exemplo, cobrir o ministro da Economia quanto este tentou vender aos chineses mão de obra barata !

O que vemos é CC cada vez mais vermelhusco - "maldita seborreia - que demonstras o atascanso e a ansiedade" ter de se defender de imediato em todas as televisões, numas em directo e noutras a partir do Ministério.

Tal como a ir a correr no dia seguinte para Matosinhos à procura do dedo, que ainda não encontrou, tal como a deixar cair as taxas moderadoras do Internamento que nunca mais ninguém viu.

CC é vitima da sua impreparação e da sua arrogância política e da dos seus conselheiros, se os tem - alguém reparou como possesso se dirigia ao Pr. da Câm de Valença, ao qual praticamente nasceram os dentes a fazer política - .
E na resposta deste - só no dia seguinte - "o Senhor Ministro só tem que dizer se vamos ter ou não urgência - mais nada".
Anónimo disse…
FAVOR NÃO ESQUECER....

Hoje, depois do futebol, temos a Judite no canal 1 a entrevistar o PGR. È obrigatório ver...

Zézé
Anónimo disse…
Crise politique en Italie

Le gouvernement italien de Romano Prodi a perdu un vote crucial au Sénat sur les orientations de sa politique étrangère. L'opposition réclame sa démission
Le gouvernement de centre-gauche de Romano Prodi a perdu au Sénat un vote crucial sur les orientations de sa politique étrangère, plongeant dans la plus grave crise politique depuis l'arrivée de la gauche au pouvoir en avril 2006.
Romano Prodi doit rencontrer en fin d'après-midi le chef de l'Etat Giorgio Napolitano, qui a interrompu sa visite à Bologne, dans le nord de l'Italie, pour regagner Rome.
Menace de démission
La politique étrangère du gouvernement est décriée par la gauche radicale (communistes et Verts) de la majorité. Celle-ci voudrait un calendrier de retrait des quelque 2000 soldats italiens stationnés en Afghanistan et s'est vivement opposée à l'élargissement d'une base américaine à Vicenza (nord), auquel Romano Prodi a donné son feu vert le mois dernier.
Ce n'est pas la première fois que le gouvernement perd un vote au Sénat mais outre que le sujet de la diplomatie n'est pas mineur, le chef de la diplomatie Massimo D'Alema avait dramatisé l'enjeu de ce vote dans l'espoir de rallier la gauche radicale. Mardi, il avait averti qu'en cas de vote négatif, le gouvernement "rentrerait à la maison", selon la presse italienne.
La majorité requise pour faire adopter la motion de la majorité était de 160 voix mais le gouvernement n'en a obtenu que 158 tandis que 136 sénateurs ont voté contre. "Démission, démission", ont aussitôt crié les sénateurs de droite après l'annonce du résultat par le président du Sénat Franco Marini.
Il s'agit du plus gros revers pour le gouvernement de Romano Prodi depuis qu'il a remporté d'extrême justesse les élections d'avril, battant la droite de Silvio Berlusconi. Il n'est cependant pas obligé de présenter sa démission, car il n'avait pas engagé la question de confiance sur ce vote.

L'express du 21.02.2007
Alexandre O'Neill disse…
(em "No Reino da Dinamarca", num poema intitulado "SE..." publicado em 1958, quase 50 anos antes das OPAS do Eng. Belmiro):
(...)Se Baú-Cheio tem acções nas minas de esterco(...)acaso o nosso destino,tac! vai mudar?
Anónimo disse…
CO-INCINERAÇÃO E O AMOR AOS LIXOS

"...Não venham travestir-se de ecologistas os litigantes de má fé, oportunistas partidários e idiotas úteis que, desconhecendo os riscos que diáriamente se avolumam, se empenham na sabotagem de uma solução."

Carlos Esperança, tenha dó... o seu artigo do Despertar é lamentável, incriminar como litigantes de má fé aqueles que por todos os meios legais, vão evitando que a co-incineração avance, é demais.

Sabe, muito bem, que há outros processos para eliminar os lixos perigosos...não se esqueça deles
...haja paciência.

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