Num país disfuncional, onde os diretores-gerais apresentam a demissão para evitar a dos ministros, como aconteceu com o Comandante-Geral da PSP que seria substituído pelo que, na sua atuação, deu origem à demissão, cria-se um lugar político para os abnegados mártires. Na PSP, hoje com 13 oficiais equiparados a generais de 3 estrelas, arranjou-se um lugar… em Paris, por 12 mil euros mensais, para o desprendido demissionário.
A demissão do responsável máximo da Autoridade Tributária, um diretor-geral, tem certamente à espera uma sinecura à altura do sacrifício. Imolou-se no altar da hipocrisia ao serviço da degradação ética do regime que este Governo e esta maioria, à rédea solta, levam a cabo, com o PR preso curto.
Um país onde o segredo fiscal, à semelhança do de justiça, é para ser violado, protegem-se os amigos, hoje os deste Governo, amanhã os do próximo. O sigilo fiscal era a prática dos funcionários de Finanças como os pagamentos à Segurança Social e ao fisco o eram dos governan…
Comentários
Viva também Ramos Horta o corrupto, tb ele heroi para muitos dos supramencionados.
Já agora viva os diamantes angolanos de Soares e a torneira de dinheiro aberta para a sua fundação.
Viva o socialismo e o marxismo e o leninismo e o trotskismo.
Viva a albania e a Coreia do Norte. Viva Cuba e Portugal do Prec e do guterres.
abraços
Chico Martins
Não está a sugerir que ele deva ser capturado morto... pois não?!
Foi detido na prisão de Becora (Dili), donde se evadiu um mês depois, afirmando não acreditar na justiça timorense.
A partir daí, embora foragido, decorrem múltiplos contactos: forças australianas, Procurador-Geral da República e Comandante Geral da F-FDTL, entre outros.
A sua "rendição" às autoridades timorenses é negociada com todos, directamente ou indirectamente - Xanama e Ramos Horta, incluídos.
As suas últimas tropelias, o assalto a três postos da Polícia de Fronteira no Sudoeste do país, para conseguir armamento, mostraram que o homem está fora de qualquer controlo. O que para os "negociadores" é perigoso.
Por outro lado, tendo sido o grande agitador com vista a demissão de Alkatiri, conseguida esta (também com o beneplácito de Xanana), deixou de ser "útil", para todos.
Neste momento, as forças australianas estão no seu encalço.
Estas - e, com toda a probabilidade, outras personalidades da vida pública - não têm interesse que sejam revelados os contactos e eventuais acordos "clandestinos". Nomeadamente, na proximidade da realização de eleições presidenciais.
Portanto, dificilmente será capturado vivo.
Infelizmente, para os que professam uma visão humanista do Mundo e para o esclarecimento histórico dos últimos acontecimentos em Timor.
Só quem não me conhece poderia pensar que eu aceitaria um assassínio. Ainda bem que me deu a oportunidade de esclarecer o que penso:
Os abutres do petróleo de Timor (que se serviram do major) são capazes de tudo para que ele não revele as anteriores cumplicidades.