Defensores do «não» dizem que abstencionistas querem manutenção da lei
Os defensores do «não» consideraram que os abstencionistas no referendo ao aborto deste domingo «também manifestaram a sua opinião» e defenderam que a vitória da abstenção revela que os eleitores não querem uma alteração da lei.
Comentários
Anónimo disse…
Nada de espantar, de acordo com a natureza dos votantes no "não".
Diogo.
Anónimo disse…
Tem razão Diogo. Mas é preciso descaramento!
Anónimo disse…
Quem disse isso deveria ser criminalmente responsabilizado perante eventuais (futuras) fracas afluências às urnas. Democracia à moda do "não" : Os que se borrifaram para o referendo, contam todos para mim!... CE: Diga, se quiser e puder, claro está, quem foi o mentecapto que ditou essa prosa e se aconteceu fora da Madeira! FP
Anónimo disse…
CE: Diga, se quiser e puder, claro está, quem foi o mentecapto que ditou essa prosa e se aconteceu fora da Madeira! FP
Resposta: Clique no título do post e verá a origem da notícia.
Lá vem o nome de Isilda Pegado.
Anónimo disse…
A mandatária do «não», Isilda Pegado, vem na imprensa de hoje dizer que abstencionistas querem manutenção da lei.
A senhora Isilda PEGADO, mandatária do "nâo", pode sempre exercer o seu direito apesar do "sim" ganhar. Eu não conheço a senhora, mas com o que diz, a mim parece-me tratar-se de uma pessoa pouco esclarecida. Diga-me lá, se puder, o que é que os não votantes têm a ver com isto ou quais foram os seus prejuízos?
Zézé
Anónimo disse…
"Tem razão Diogo. Mas é preciso descaramento!"
Caro Carlos,
Descaramento foi coisa que nunca lhes faltou (a vermos pela campanha), bem como o nível de humanismo e justiça social.
Logo aí, podemos medir o nível de democracia das mentalidades.
Antes das 11 horas da manhã, uma numerosa comitiva de polícias, militares da GNR, e alguns outros do Exército, tomaram posições em frente à Igreja de Santa Cruz. Bem ataviados esperavam a hora de deixarem a posição de pé e mergulharem de joelhos no interior do templo do mosteiro beneditino cuja reconstrução e redecoração por D. Manuel lhe deu uma incomparável beleza. Não era a beleza arquitetónica que os movia, era a organização preparada de um golpe de fé definido pelo calendário litúrgico da Igreja católica e decidido pelas hierarquias policiais e castrenses. Não foi uma homenagem a Marte que já foi o deus da guerra, foi um ato pio ao deus católico que também aprecia a exibição de uniformes e a devoção policial. No salazarismo, durante a guerra colonial, quando as pátrias dos outros eram também nossas, não havia batalhão que não levasse padre. Podia lá morrer-se sem um último sacramento!? Éramos o país onde os alimentos podiam chegar estragados, mas a alma teria de seguir lim...
Li no excelente blogue De Rerum Natura , num post de Carlos Fiolhais , o seguinte: «De facto, o candidato a rei é autor de um opúsculo laudatório do Beato Nuno, onde se pode ler esta pérola: “Q uando passava de Tomar a caminho de Aljubarrota, a 13 de Agosto de 1385, D. Nuno foi atraído a Cova da Iria, onde, na companhia dos seus cavaleiros, viu os cavalos do exército ajoelhar, no mesmo local onde, 532 anos mais tarde, durante as conhecidas Aparições Marianas, Deus operou o Milagre do Sol» (“D. Nuno de Santa Maria - O Santo” , ACD Editores, 2005).»
Fiquei maravilhado com o que li e, sobretudo, por saber que o Sr. Duarte Pio escreve.
O Sr. Duarte Pio, suíço alemão, da família Bourbon, imigrante nacionalizado português pela conivência de Salazar e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório, podia emprestar a imagem às revistas do coração mas precaver-se contra a ideia de publicar opúsculos.
Claro que não é necessário saber falar para escrever e, muito menos, ...
Comentários
Diogo.
Democracia à moda do "não" : Os que se borrifaram para o referendo, contam todos para mim!...
CE: Diga, se quiser e puder, claro está, quem foi o mentecapto que ditou essa prosa e se aconteceu fora da Madeira!
FP
FP
Resposta: Clique no título do post e verá a origem da notícia.
Lá vem o nome de Isilda Pegado.
A senhora Isilda PEGADO, mandatária do "nâo", pode sempre exercer o seu direito apesar do "sim" ganhar. Eu não conheço a senhora, mas com o que diz, a mim parece-me tratar-se de uma pessoa pouco esclarecida. Diga-me lá, se puder, o que é que os não votantes têm a ver com isto ou quais foram os seus prejuízos?
Zézé
Caro Carlos,
Descaramento foi coisa que nunca lhes faltou (a vermos pela campanha), bem como o nível de humanismo e justiça social.
Logo aí, podemos medir o nível de democracia das mentalidades.
Diogo.