O PSD foi o único partido que, a nível nacional, apoiou a decisão de Alberto João Jardim de se demitir, manifestando "total solidariedade" aos sociais-democratas madeirenses.
O apoio do PSD à tentativa de "motim autonomista" preconizado por AJJardim com a atribulada (simulada) demissão do Governo Regional, fazendo uma enviesada utilização dos instrumentos democráticos disponíveis pelo regime, fragiliza - ainda mais - a posição desse partido no espectro político português.
Para os que pensavam que a situação do PSD, no contexto político nacional, atravessa um período de grande debilidade, que a sua liderança interna é essencialmente frágil e titubeante, este apoio, mostra uma outra coisa: desespero.
É triste ver o PSD Nacional não ter "testículos" para assumir, pelo menos uma vez, uma posição contrária a AJJ. Ainda mais triste porque tenho a certeza que a grande maioria dos militantes do PSD Nacional tem exactamente a mesma opinião de AJJ que os restantes portugueses do continente.
Independência para a Madeira Já
Anónimo disse…
Marques Mendes não tem estaleca para liderar o partido, além de falta de "altura" tem falta de testículos, para enfrentar AJJ.
Coitado do Marques Mendes, é mais um político de m**** do nosso Portugal.
Anónimo disse…
M.Mendes não tem estaleca nem tomates! E a choldra dos seus colegas de partido têm-nos?
Anónimo disse…
O AJJ é inteligente e quem levou a chapada foi o PM, esse "jorge armando"
Anónimo disse…
AJJ foi o único que teve tomates...
... demitiu-se porque com a actual lei de finanças não pode cumprir as promessas, logo precisa de um novo programa e quer ver este ser eleito pelo povo. Quantos governantes (como Sócrates) fazem o mesmo: antes prometem não aumentar os impostos, depois aumentam e aumentam e aumentam, mas na verdade os portugueses não votaram no programa em curso mas em promessas mentirosas.
Prodi tb se demite por uma questão que até parece menor, mas estava no seu programa, assim sendo,...
Vasco Graça Moura (VGM), apesar de defensor da pena de morte, não é um troglodita e a linguagem, digna do mais rancoroso rural, não faz dele inimputável.
Debita adjectivos como balem as ovelhas ou palram os papagaios, com a facilidade do mais erudito dos almocreves e o acinte do mais primário e boçal ferrador de solípedes.
VGM, na sanha contra a esquerda pós-soviética, onde inclui toda a esquerda, revela-se o mais genuíno dos paladinos da direita pós-fascista.
O defensor de todos os líderes do PSD, e carrasco dos simpatizantes de qualquer outro partido, denomina «patéticas deslocações do sr. Solana» os esforços de paz do ilustre espanhol ao serviço da União Europeia e denomina a política diplomática de Espanha de «progressismo alvar do sr. Zapatero». Deve ser trauma anti-castelhano.
O Governo italiano, depois de ter perdido o notável cançonetista Berlusconi e o pio Roco Butiglioni, passou a ser a «periclitante salada de esquerda do sr. Prodi».
A situação na Venezuela tem sido observada internacionalmente um pouco à sombra do esquema dos clubismos e das suas inomináveis claques. Hoje, para além da grave situação interna venezuelana, Caracas tornou-se num novo campo de batalha dos velhos equilíbrios internacionais o que vem dificultar as soluções para a crise venezuelana.
Ideologicamente, o ‘chavismo’ que vigorou neste país desde 1999 até 2013 (ano do desaparecimento físico de Hugo Chávez) é, em certa medida uma nova versão de peronismo, um peronismo pós-moderno, ou seja um movimento político-social complexo que, no passado, também, marcou a América Latina e onde de misturaram conceitos como o populismo, o anti-imperialismo, o bonapartismo e, até certo ponto, o capitalismo de Estado.
Acresce a este rol um conceito particular inerente ao ‘chavismo’ e que lhe define as características pós-modernas e que se torna difícil de estabelecer doutrinariamente os seus contornos: - ‘o socialismo do século XXI’ (numa conceção latino-ame…
Num país disfuncional, onde os diretores-gerais apresentam a demissão para evitar a dos ministros, como aconteceu com o Comandante-Geral da PSP que seria substituído pelo que, na sua atuação, deu origem à demissão, cria-se um lugar político para os abnegados mártires. Na PSP, hoje com 13 oficiais equiparados a generais de 3 estrelas, arranjou-se um lugar… em Paris, por 12 mil euros mensais, para o desprendido demissionário.
A demissão do responsável máximo da Autoridade Tributária, um diretor-geral, tem certamente à espera uma sinecura à altura do sacrifício. Imolou-se no altar da hipocrisia ao serviço da degradação ética do regime que este Governo e esta maioria, à rédea solta, levam a cabo, com o PR preso curto.
Um país onde o segredo fiscal, à semelhança do de justiça, é para ser violado, protegem-se os amigos, hoje os deste Governo, amanhã os do próximo. O sigilo fiscal era a prática dos funcionários de Finanças como os pagamentos à Segurança Social e ao fisco o eram dos governan…
Comentários
Para os que pensavam que a situação do PSD, no contexto político nacional, atravessa um período de grande debilidade, que a sua liderança interna é essencialmente frágil e titubeante, este apoio, mostra uma outra coisa: desespero.
E...o desespero é sempre mau conselheiro.
Independência para a Madeira Já
Coitado do Marques Mendes, é mais um político de m**** do nosso Portugal.
E a choldra dos seus colegas de partido têm-nos?
... demitiu-se porque com a actual lei de finanças não pode cumprir as promessas, logo precisa de um novo programa e quer ver este ser eleito pelo povo.
Quantos governantes (como Sócrates) fazem o mesmo: antes prometem não aumentar os impostos, depois aumentam e aumentam e aumentam, mas na verdade os portugueses não votaram no programa em curso mas em promessas mentirosas.
Prodi tb se demite por uma questão que até parece menor, mas estava no seu programa, assim sendo,...