Vasco Graça Moura
Vasco Graça Moura (VGM), apesar de defensor da pena de morte, não é um troglodita e a linguagem, digna do mais rancoroso rural, não faz dele inimputável.
Debita adjectivos como balem as ovelhas ou palram os papagaios, com a facilidade do mais erudito dos almocreves e o acinte do mais primário e boçal ferrador de solípedes.
VGM, na sanha contra a esquerda pós-soviética, onde inclui toda a esquerda, revela-se o mais genuíno dos paladinos da direita pós-fascista.
O defensor de todos os líderes do PSD, e carrasco dos simpatizantes de qualquer outro partido, denomina «patéticas deslocações do sr. Solana» os esforços de paz do ilustre espanhol ao serviço da União Europeia e denomina a política diplomática de Espanha de «progressismo alvar do sr. Zapatero». Deve ser trauma anti-castelhano.
O Governo italiano, depois de ter perdido o notável cançonetista Berlusconi e o pio Roco Butiglioni, passou a ser a «periclitante salada de esquerda do sr. Prodi».
Só não esperava que o último almocreve do cava…
Debita adjectivos como balem as ovelhas ou palram os papagaios, com a facilidade do mais erudito dos almocreves e o acinte do mais primário e boçal ferrador de solípedes.
VGM, na sanha contra a esquerda pós-soviética, onde inclui toda a esquerda, revela-se o mais genuíno dos paladinos da direita pós-fascista.
O defensor de todos os líderes do PSD, e carrasco dos simpatizantes de qualquer outro partido, denomina «patéticas deslocações do sr. Solana» os esforços de paz do ilustre espanhol ao serviço da União Europeia e denomina a política diplomática de Espanha de «progressismo alvar do sr. Zapatero». Deve ser trauma anti-castelhano.
O Governo italiano, depois de ter perdido o notável cançonetista Berlusconi e o pio Roco Butiglioni, passou a ser a «periclitante salada de esquerda do sr. Prodi».
Só não esperava que o último almocreve do cava…

Comentários
Está a ver a importância que pode ter a blogosfera enquanto espaço onde conscientemente poderemos cultivar e defender outra forma de liberdade de expressão?
É preocupante aquilo que já se esperava nesta concentração de meios que é o grupo Capital, onde a qualidade pode nada ter a ver com o lucro.
Pode haver bons directores e grandes chefes de redacção, mas quem manda pode não passar de um semi-analfabeto que lê pela cartilha dos cêntimos.
Desgraçadamente, para todos nós.
FP
Os jornais aliás, a comunicação social em geral, tem uma preocupação, vender/facturar, o resto é secundário. Os jornais são empresas...
A comunicação social que temos, está de acordo com a sociedade em que vivemos, a sociedade capitalista por isso, não podemos esperar grande coisa...
A vida é assim, quando não há retorno há que fazer algma coisa!
Não sou fã de Joaquim Teixeira, mas do ponto de vista empresarial, a decisão está correca. Já o mesmo não direi do ponto de vista social. Estranho muito que do ponto de vista de conteúdo, o António José Teixeira, Chefe de Redacção do DN, não estivesse atento à
fragilidade da informação prestada.
O JN no Porto vende 215 mil exemplares dia. O DN vende 30 mil dia. A solução para melhorar as vendas deste último foi mudança. Resolverá?
ZÉZÉ