BPP e os outros
Luís Miguel Henrique, advogado de um grupo de clientes do Banco Privado Português, rejeitou por completo a proposta de João Rendeiro de tornar os clientes accionistas do banco e de cada um deles receber 100 mil euros, considerando-a «incrível».
Comentário: Surpreende que não haja fugas de informação nos casos BCP, BPN e BPP.
Pergunta - Saber-se-á, pelo menos, que partidos políticos e eleições financiaram?
Comentário: Surpreende que não haja fugas de informação nos casos BCP, BPN e BPP.
Pergunta - Saber-se-á, pelo menos, que partidos políticos e eleições financiaram?
Comentários
Há uma declaração do Governo que me tranquiliza:
"O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, defende que não se justifica o envolvimento do Estado num processo de capitalização do Banco Privado Português (BPP)".
De resto, quanto aos planos de recuperação e de retoma deste Banco, nada tenho a ver.
Só não compreendo como, tendo perdido (e bem...) a possibilidade de envolvimento do Estado, havendo um aparente alheamento da banca comercial privada, se continua a propor modelos de soluções e, nenhum dos grupos envolvidos nesta questão, sugere que se comece a tratar do processo de falência do BPP, responsabilizando as anteriores administrações por má gestão dos investimentos.
Parece continuar a haver infundadas esperanças na utilização de dinheiros públicos para socorrer a privatebanking.
Só um Governo com desvarios politico-economicos suicidários...poderia "alinhar" nesta solução.
Os investidores do BPP embrenham-se em fait divers como a má regulação do BdP ou da CMVM para justificar a intervenção - ou o assumir de responsabilidades - por parte do Estado.
Um caminho ínvio...
(Nota: tive necessidade de dividir o texto por causa do limite dos 4.906 caracteres..)
Só não compreendo porque os diferentes grupos de investidores - ou os seus representantes - não questionam a Administração do BPP pelo facto de, na verdade, não "sentia" a eficácia reguladora do BdP ou da CMVM, não activou - para manter as "contas" controladas - a auto-regulação interna, através do Conselho Fiscal desse Banco, cujos relatórios - suponho eu - devem autênticas preciosidades de literatura de ficção, de contabilidades criativas e imaginárias, e de insubstituíveis e indispensáveis salamaleques à eficiência da gestão deste Banco.
Parece-me que - e o exemplo é um pouco tétrico - como nas situações em que o doente caí na situação de vida vegetativa, onde não exitem quaisquer hipóteses de recuperação, Teixeira dos Santos, em nome do Governo, terá mandado retirar o tubo e desligar "a máquina"...
O "doente", aqui, é o BPP que, ao que parece, passou a vida a cometer excessos.
Existem erros, jogadas arriscadas, Há uma declaração do Governo que me tranquiliza:
"O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, defende que não se justifica o envolvimento do Estado num processo de capitalização do Banco Privado Português (BPP)".
De resto, quanto aos planos de recuperação e de retoma deste Banco, nada tenho a ver.
Só não compreendo como, tendo perdido (e bem...) a possibilidade de envolvimento do Estado, havendo um aparente alheamento da banca comercial privada, se continua a propor modelos de soluções e, nenhum dos grupos envolvidos nesta questão, sugere que se comece a tratar do processo de falência do BPP, responsabilizando as anteriores administrações por má gestão dos investimentos.
Parece continuar a haver infundadas esperanças na utilização de dinheiros públicos para socorrer a privatebankings.
Só um Governo com desvarios político-económico suicidários...poderia "alinhar" nesta solução.
Os investidores do BPP embrenham-se em fait divers como a má regulação do BdP ou da CMVM para justificar a intervenção - ou o assumir de responsabilidades por parte do Estado.
Só não compreendo porque os diferentes grupos de investidores - ou os seus representantes - não questionam a Administração do BPP pelo facto de, na verdade, não "sentia" a eficácia reguladora do BdP ou da CMVM, não activou - para manter as "contas" controladas - a auto-regulação interna, através do Conselho Fiscal desse Banco, cujos relatórios - suponho eu - devem autênticas preciosidades de literatura de ficção, de contabilidades criativas e imaginárias, e de insubstituíveis e indispensáveis salamaleques à eficiência da gestão deste Banco.
Parece-me que - e o exemplo é um pouco tétrico - como nas situações em que o doente caí na situação de vida vegetativa, onde não exitem quaisquer hipóteses de recuperação, Teixeira dos Santos, em nome do Governo, terá mandado retirar o tubo e desligar "a máquina"...
O doente, aqui, é o BPP.
Há erros, jogadas arriscadas, ganâncias incontidas, enriquecimentos fáceis, que não ficam pelo "amolentar", por vezes são fatais, matam!
Se calhar, a lei criminal neste país é só para os pilha-galinhas.