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Torre de Belém

Comentários

Anónimo disse…
Braga Parques Olé....


(Esperança... apaga-me)
Anónimo disse…
O folhetim OTA serve, quanto mais não seja, para amadurecer a consciência civica dos portugueses.

É que se aqui há uns anos os "relatórios" eram dogmas, fossem para que fim fosse, hoje em dia já sabemos relativizá-los.

O mesmo vai acontecendo com os "rigorosos inquéritos" lançados após qualquer catastrofe com o suposto fim de dar uma cabal explicação para o sucedido.

No fundo mais não são do que um argumento para calar os imberbes jornalistas, sabendo de antemão que dois dias depois já ninguém se lembra.

Por trás destes relatórios há, na minha opinião, inferiores interesses politicos ou, no caso da OTA, também imobiliários.

Nesta sociedade, e com a comunicação social que temos, em quem é que podemos afinal acreditar?

A questão não se reduz a tão pouco.

O que o País precisa, na minha opinião, é de alguém com carisma e capacidade de liderança.

Se isto fosse futebol ainda podíamos ir contratar essa pessoa ao estrangeiro mas como não é.....
Anónimo disse…
A CO-INCINERAÇÃO, afinal é ilegal...os defensores da dita, vão-se roer de raiva.

Até nova investida de Sócrates e seus acólitos, a nossa Coimbra, fica limpa...
Anónimo disse…
limpa? acha mesmo?
Anónimo disse…
a co inceneração ainda é das coisas mais limpas e menos poluentes que pode existir.

Há outras poluições muito mais maléficas que tem que se irradicar e mesmo não deitando fumo poluem como o caraças.
Anónimo disse…
Aos amantes da co-incineração, ide viver para Souselas, lá encontrareis o melhor ambiente, ar puro e um belo tintol...da Adega Cooperativa.
Anónimo disse…
Veja o curriculum de Sócrates
2007/04/01 | 19:29
Assessores responsabilizam UnI e falam em aproveitamento político

MAIS:
Sócrates termina curso num domingo

O diploma de licenciatura de José Sócrates, no curso de Engenharia Civil da Universidade Independente (UnI), foi assinado no dia 8 de Setembro de 1996, um domingo, noticiou ontem o Expresso, que refere ainda que as notas de quatro exames finais que terão permitido a conclusão do curso foram lançadas no mesmo dia.

Ontem, ao PortugalDiário, o gabinete do primeiro-ministro disse não querer adiantar qualquer reacção, «para já». Mais tarde, e novamente contactado o gabinete, foi dito ao nosso jornal que não haveria qualquer reacção a não ser à SIC. Nessa nota enviada pelo gabinete à à televisão, pode ler-se o curriculum oficial do primeiro-ministro.

Curriculum oficial

«Bacharelato em Engenharia pelo ISEC; Licenciatura em Engenharia Civil pela Universidade Independente, com frequência também no ISEL; pós-graduação com MBA em gestão de empresas pelo ISCTE». Nesta última versão, o MBA é oficializado, mas faz desaparecer do currículum a pós-graduação em Engenharia Sanitária.

Depois de ter passado pelo Instituto Politécnico de Coimbra e prosseguido o curso no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, o actual primeiro-ministro matriculou-se na UnI, onde frequentou cinco disciplinas, quatro delas dadas por António José Morais (Análise de Estruturas; Betão Armado e Pré-Esforçado; Estruturas Especiais; Projecto e Dissertação) e uma quinta leccionada pelo ex-reitor da universidade, Luís Arouca (Inglês Técnico).

Em comunicado, o gabinete informa ainda a SIC que o primeiro-ministro tem uma licenciatura reconhecida pelo Ministério da Ciência e do Ensino Superior. Os procedimentos assumidos pela Universidade para lhe conferir o grau, lê-se no texto enviado ao canal de televisão, são matéria da exclusiva responsabilidade da Universidade e não do aluno.

O gabinete entende igualmente existir aqui um aproveitamento político da situação: o caso só surge agora, interpreta um dos assessores, pela vontade de descredibilizar o primeiro-ministro associando-o ao conturbado processo judicial em que a Independente está envolvida. E atribuem à universidade os problemas administrativos identificados pelo jornal Expresso.

Licenciado ao domingo

«Nas universidades privadas, muitas vezes, trabalha-se ao domingo». A eventual explicação dada para a data invulgar da assinatura do diploma final de curso, por parte do então reitor Luís Arouca e pela sua filha, na qualidade de chefe de serviços da UnI, foi dada por António Morais, que desvalorizou o caso considerando que este facto «não é estranho». «Nas universidades privadas, muitas vezes, trabalha-se ao domingo», referiu o antigo professor de José Sócrates citado pelo Expresso.

Mas se António Morais assegurou ao semanário ter ministrado quatro cadeiras ao primeiro-ministro, o ex-reitor disse ao mesmo jornal nunca ter dado qualquer aula nem feito qualquer avaliação a Sócrates.

A notícia do Expresso cita colegas que fizeram o curso com o actual primeiro-ministro e que confirmam a fórmula usada por José Sócrates para chegar a doutor. Cita igualmente o professor responsável pelas quatro cadeiras que confirma o grau, mas cita também um segundo professor, nomeado presidente do conselho científico, órgão responsável pelas equivalências, já depois do engenheiro ter conseguido o diploma. Esse outro professor duvida da forma como essas equivalências foram obtidas.

«São problemas administrativos, do foro interno da Universidade», afirma fonte do gabinete de Sócrates à SIC.
Anónimo disse…
bem podiam chamar ao aeroporto da ota o aeroporto dos otários.
aquilo só é bom para os "patos bravos". é ver a água.
Anónimo disse…
é pá cá pra mim isso das licenciatura é secundário até porque depois de Abril tem sido um fartote, e com ou sem o que importa é governar bem.



Alias o que nunca devia existir era tanta privada e tanto curso e cursinho...e já agora tanto Doutor da mula ruça
Anónimo disse…
INCIDENTES NO ESTÁDIO DA LUZ

^Porque é que acontece isto? Vi no rodapé da SIC que a claque do Porto se portou mal. Mas isso não admira nada. Quem ler o jornal de Notícias do Porto poderá constatar que o Porto cidade, se lamenta todos os dias e insulta.

Primeiro foi o Silva Peneda a comentar “pobre Norte e afortunada Lisboa” , depois foi o Manuel Serrão a elogiar Pedroto que foi campeão contra tudo e contra todos, depois foram quatro estudantes a dizer que não há investimento no Porto e depois vem a eurodeputada Engª Maria Elisa a pedir que digam qualquer coisa, então os dinheiros de Bruxelas foram para espanhóis e nós portugueses... nada. E depois vem o José Chaves editor da revista VIVA a mandar palpites sobre o Metro do Porto, hoje é o Brigadeiro Pires Veloso mais uns quantos a queixar-se dos prejuízos que eventualmente a OTA vai criar a FARO e ao PORTO, o Presidente Pinto da Costa que chegou atrasado ao Tribunal, parece-me, e agora solicita uma indemnização de cinquenta mil euros.

È esta tropa toda que fomenta esses desacatos.

ZÉZÉ

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