A lepra nazi não está extinta


A polícia israelita disse ter prendido um gangue neonazi acusado de vários ataques contra estrangeiros, gays e religiosos judeus.

Comentários

Anónimo disse…
Não é só no estrangeiro ...
Sem querer amedrontar ninguém acrescentarei: e a agir; reuniões em quintas; tentativas de desestabilização de ordem pública; infiltramento em manifestações, etc..
Acredito nas respectivas forças de segurança portuguesas; agora lamento o recrudescer dessa "peste maligna", talvez fruto de alguma "distracção" dos cidadãos, que deveia ser mais activos, no exercício da sua cidadania democrática.
Anónimo disse…
A razão está do lado da Democracia, como é óbvio.
Mas para se remover a tal "lepra nazi", é preciso trabalhar "com pinças", para que os carequinhas nunca nos possam acusar de perseguição. Porque eles são ruins, e a gente sabe disso, mas também têm uma apurada técnica de vitimização, sabendo jogar as regras da Democracia, quando lhes convém, alegando liberdade de expressão.
Gostam de alegar algo que não lhes passa pela cabeça respeitar, mas enfim...
Julgo que a nossa mais poderosa arma é a pedagogia, aliada à memória das atrocidades.
Estas coisas levam o seu tempo e requerem paciência, tanto mais que a "reabilitação" do fascismo anda por aí.

Viva o 25 de Abril!

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