Covilhã: sindicato defende agentes da PSP


O Sindicato Nacional de Oficiais da Polícia (SNOP) defendeu esta quarta-feira a actuação dos elementos da PSP da Covilhã, considerando que os agentes actuaram de «boa fé» e no espírito de serviço público que caracteriza a polícia, escreve a Lusa.


Comentário: Provavelmente terei de me penitenciar da crítica feita aqui.

Para o sindicado, o «actual episódio inaugura em Portugal um tipo inteiramente novo de instrumentalização política da acção policial».

Comentários

Anónimo disse…
Explicar a "acção" com "boa fé" e "espírito de serviço público"?!?
Por acaso o texto não terá sido pedido às Produções Fictícias ou ao Gato Fedorento?
Se não foi o autor tem de ter, desde já, um programa de humor...

E CE já antevê, entreaberta, uma janelinha para "limpar" a imagem do Sr. Eng.
Anónimo disse…
Tenho muito respeito pelo Sindicato Nacional de Oficiais da Polícia.
Tenho uma certa (limitada) compreensão sobre a sociabilidade "especial" que habitualmente se vive na Província onde toda agente se conhece e onde se conversa sobre os acontecimentos.
Mas apesar destas condicionantes, ninguém pode aceitar a crítica subscrita pelo Sindicato: "o actual episódio inaugura em Portugal um tipo inteiramente novo de instrumentalização política da acção policial". A existir qualquer tipo de instrumentalização é lógico quem a terá feito que não pode ter sido o Sindicato. É uma argumentação tipicamente invertida.

De qualquer modo, o inquérito do MAI, tarda em aparecer. O que não é bom para todas as partes.
Anónimo disse…
esta história é muito estranha... aguardemos o inquérito... mas parece-me que à falta de oposição partidária temos que viver da oposição dos sindicatos.
Anónimo disse…
golpe de vista:

Neste caso, para surpresa minha, é um sindicato que vem em defesa do Governo!

Parece ter passado despercebido ao leitor pois tira uma conclusão ao contrário.
Anónimo disse…
Carlos Esperança

Estamos perante um governo de santinhos...está-se mesmo a ver.
Anónimo disse…
Estava-se à espera de quê?.
Mesmo à civil, e mesmo aqueles que assim sempre trabalham, recebem ordens de alguém, ou então no minimo terão de justificar o seu procedimento por "imperativo de investigação"; penso eu.
"Boa fé" - algo de bom que não se questiona; estavam os dois agentes assim tão certos?.
Serei sempre contra a instrumentalização política da acção policial, mas também serei sempre a favor de uma rigorosa Lei de Segurança Interna.

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