Pedro Santana Lopes foi, esta quinta-feira, eleito presidente do grupo parlamentar do PSD com 53 votos a favor, 11 contra, 8 votos em branco e 3 nulos.
Comentário:Depois do desastre que foi no Governo, será certamente brilhante na oposição. «Quem sabe faz, quem não sabe, ensina».
Comentários
Anónimo disse…
Porque será que se continua a falar do desastre de Santan Lopes no governo e se esquece o papel de Jorge Sampaio que teve oportunidade de fazer com as falsas promessas de Sócrates o que fez com o então primeiro-ministro do PSD?
Santana Lopes pode arranjar os alibis, as justificações, as traições (facadas nas costas), que quiser. A verdade é que no epílogo desta barafunda foi, há 2 anos e pouco, a votos. O povo julgou-o, impediedosamente. Agora, o grupo parlamentar do PSD, com o aval da direcção partidária, dá-lhe a sua benção. Os políticos portugueses não fazem travessias do deserto. Andam por aí...
Anónimo disse…
Zandinga ressuscitou! E, já agora, a chave do Euromilhões de logo à noite não se arranja?
«Agora, com pena o digo, não tenho qualquer dúvida que [Marcelo Rebelo de Sousa] vai ficar na História como o pior presidente de todos». (Lida no blogue Causa Nossa, Vital Moreira)
Ramalho Eanes referiu como trágica a descolonização em que «milhares de pessoas foram obrigadas a partir para um país que não era o seu». Tem razão o ex-PR cujo papel importante na democracia e o silêncio o agigantou depois da infeliz aventura por interposta esposa na criação do PRD e da adesão à Opus Dei, sempre por intermédio da devota e reacionaríssima consorte, que devolveu o agnóstico ao redil da Igreja. Eanes distinguiu-se no 25 de novembro, como Dinis de Almeida no 11 de março, ambos em obediência à cadeia de comando: Costa Gomes/Conselho da Revolução . Foi sob as ordens de Costa Gomes e de Vasco Lourenço, então governador militar de Lisboa, que, nesse dia, comandou no terreno as tropas da RML. Mereceu, por isso, ser candidato a PR indigitado pelo grupo dos 9 e apoiado pelo PS que, bem ou mal, foi o partido que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, atrás da qual se esconderam o PSD e o CDS. Foi nele que votei contra o patibular candidato do PSD/CDS, o general Soares...
Comentários
A verdade é que no epílogo desta barafunda foi, há 2 anos e pouco, a votos.
O povo julgou-o, impediedosamente.
Agora, o grupo parlamentar do PSD, com o aval da direcção partidária, dá-lhe a sua benção.
Os políticos portugueses não fazem travessias do deserto.
Andam por aí...
E, já agora, a chave do Euromilhões de logo à noite não se arranja?