Resposta inédita a um despautério



*

É um gesto raro na história na história do Tribunal Constitucional (TC). Há mesmo quem o classifique de inédito. O seu presidente decidiu vir a terreiro rebater críticas de que o TC foi alvo por parte de um líder partidário. No caso, Luís Filipe Menezes.

(...)

As relações do PSD com o TC andam tensas desde que uma entidade associada ao tribunal, a Entidade das Contas, descobriu que em 2001 (liderança de Durão) o partido foi ilegalmente financiado em 230 mil euros pela Somague. (João Pedro Henriques -DN)

Comentários

Anónimo disse…
Eu se vislumbrasse a possibilidade (ainda que remota...) de perder o tacho também responderia...
Anónimo disse…
Ò Esperana, essa historia do financiamento tem alguma coisa a ver com aquela historias das burlas noBrasil por elementos do PS para fins prorpios e do partido, ou com aquela historia de dar tachos aos filhos?
Anónimo disse…
Caro anónimo:

Essa história dos financiamentos não é uma questão de um só partido (não sou maniqueísta), é um grave problema comum a todos e, em particular, ao PS, PSD e CDS.

Nada tem a ver com a demente proposta de extinguir os Tribunais Constitucional e Administrativo e, muito menos, com o abuso de juízes se meterem nos assuntos que dizem respeito à AR.
andrepereira disse…
LFMenezes descobriu a pólvora: o nosso problema é a Constituição, o TC, a falta de poderes do PR, a falat de uma regionalização à la carte, a existência de escolas públicas e hospitais públicos de acesso universal, enfim: o nosso problema é tudo aquilo que o (bom)PSD ajudou a criar (ou pelo menos a manter) nos últimos 33 anos.
Este homem anda à deriva...
Anónimo disse…
Tanto importância que é dada a um náufrago à deriva, começa a ser suspeita...
Anónimo disse…
Agora o juiz já é bom.
Se a corporação ataca o governo é uma má corporação, se ataca a oposição é uma BOA corporação.
Seja coerente e não como o trigo, que se inclina em direcção ao vento.

Mensagens populares deste blogue

Cavaco Silva – O bilioso de Boliqueime

Tunísia – Caminho da democracia ou cemitério da laicidade ?