Louvável autocrítica

Comentários

e-pá! disse…
De facto, Cavaco Silva, por vezes, tece comentários como se estivesse acima ou fora do inner circle da política.

Já na campamha eleitoral para a presidência da República tentou - sem êxito, diga-se - renegar a condição de homem da política.

Seria de esperar que, ao fim de mais de 10 anos de 1º. ministro e 4 anos de PR, tivesse outro conceito da actividade pública.
Um maior respeito pela condição humana que leva os homens a "fazer política", em representação dos cidadãos e no interesse colectivo.

Estas tiradas, demagógicas e inconsequentes, aparentemente ao encontro das dificuldades e circunstâncias do momento, desvalorizam-no e depreciam o alto cargo que exerce.

Cavaco Silva sabe - para usar uma alegoria pessoal - que, na política, como nas finanças, há boa e má moeda.

É o momento de lhe relembrar as enigmáticas palavras de Oscar Wilde:
"Democracia quer simplesmente dizer o desencanto do povo, pelo povo, para o povo..." .

É, este, de facto o difícil momento que vivemos.
Seria outra a atitude esperada de um PR mobilizador, moderador, mais prudente.

Pessoalmente, preferia que fosse prudente em vez de De facto, Cavaco Silva, por vezes, tece comentários como se estivesse acima ou fora do inner circle da política.

Já na campamha eleitoral para a presidencia da República tentou - sem êxito, diga-se - renegar a condição de homem da política.

Seria de esperar que, ao fim de mais de 10 anos de 1º. ministro e 4 anos de PR, tivesse outro conceito da actividade pública.
Um maior respeito pela condição humana que leva os homens a "fazer política", em representação dos cidadãos e no interesse colectivo.

Estas tiradas, demagógicas e inconsequentes, ao encontro das dificuldades e circunstâncias do momento, desvalorizam-no e depreciam o alto cargo que exerce.

Cavaco Silva sabe - para usar uma alegoria pessoal - que, na política, como nas finanças, há boa e má moeda.

É o momento de lhe relembrar as enigmáticas palavras de Oscar Wilde:
"Democracia quer simplesmente dizer o desencanto do povo, pelo povo, para o povo..." .

É , este, de facto, o difícil momento que vivemos.
Seria outra a atitude esperada de um PR que necessitamos: mobilizador, moderador, catalizador de vontades e estimulador.

Pessoalmente, preferia que fosse prudente em vez de circunspecto, voluntarioso em vez de amargo e prometedor em vez de desiludido...

Que, para nosso sossego, se integrasse no colectivo nacional.
polytikan disse…
a elegância da auto-crítica é uma virtude, que se cultiva. já o PR parece sofrer de anorexia política, de constante náusea política. não tem um ar bem disposto, pois não? será do fígado?

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