O futuro que nos espera

Realidade ou pesadelo?
O aquecimento global e as alterações climáticas deixaram de ser mera especulação dos meteorologistas e converteram-se numa evidência científica.

Já nos demos conta da impossibilidade de manter o actual estilo de vida e sabemos que o modelo económico e o modo de produção não têm sustentabilidade. No entanto, fiéis à máxima «quem vier que se desenrasque», não é a vida dos nossos netos que pomos em risco, é a vida dos filhos que comprometemos. E ninguém quer abdicar de ser predador.

A civilização do automóvel, como a conhecemos, está a terminar. Em breve o objecto de ostentação pode ser visto como uma agressão colectiva. Há um excesso de egoísmo que as gerações mais velhas se esforçam por manter sem abdicarem do muito que lhes sobra a favor das gerações que mais novas.

Pela primeira vez na História há uma geração que pode ser a última. A insensibilidade para os problemas do ambiente, a irresponsabilidade com que se acumulam lixos e se combatem as soluções, a indiferença com que se contaminam os lençóis freáticos e o próprio ar, não auguram a mínima tranquilidade.

Na voragem do consumo e na insanidade do egoísmo vamos reduzindo o mundo a um deserto inabitável.

Comentários

Anónimo disse…
É pá o sector do turismo deve estar todo contente, já viram a quantidade de praias para explorar?
Anónimo disse…
O Hmem sempre se destruiu a ele próprio devido à forma menos racional como pensa (!?) e age.
Anónimo disse…
Parece que a ecologia não interessa, salvo se for uma arma de arremesso partidária.
Anónimo disse…
Ena pá, Coimbra ao pé do Oceano...

... se calhar apoio o aquecimento global, já viram a valorização das casas????

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